Geral
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Para ajudar a construir a liderança do Brasil em agricultura tropical, a Embrapa investiu na formação de seus quadros. Hoje, a instituição possui 8.692 empregados, dos quais 2.014 são pesquisadores – 21% com mestrado, 71% com doutorado e 7% com pós-doutorado. Além da decisiva contribuição na transformação do Brasil no segundo maior produtor mundial, atrás apenas dos Estados Unidos, e maior exportador de soja do mundo, as pesquisas também ajudaram, por exemplo, a quintuplicar a oferta de carne bovina e suína nas últimas três décadas e tornar o País um dos principais exportadores de frango. Nesse período, o Brasil deixou de ser um importador de leite e a produção, antes de 7,9 bilhões de litros, saltou para 27 bilhões.
São 43 centros de pesquisa que mantêm hoje uma carteira com pelo menos 900 projetos de pesquisa em andamento. Muitos deles são desenvolvidos em parceria com institutos de pesquisa, universidades, empresas privadas e fundações, que, de forma cooperada, executam pesquisas dedicadas a ampliar a competitividade da agricultura brasileira, desenvolver tecnologias na área de agroenergia e biocombustíveis, uso sustentável do meio ambiente, busca de novos produtos e segmentos de mercado que possam ser explorados a partir da biodiversidade brasileira e avanços da chamada fronteira do conhecimento.
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