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Em 50 meses, foram pegos 42 animais de espécies agressivas, sendo 23 tubarões-tigre e nove cabeças-chatas. Os animais resgatados recebem uma marca especial antes de voltar ao mar. São dispositivos que rastreiam o tubarão em sua trajetória no oceano cumprindo uma importante etapa do projeto.
“Nós não queremos exterminar os tubarões, queremos entendê-los, pois só vamos resolver o problema conhecendo bem o seu responsável”, diz Pedro Castilho, coordenador científico do Protuba. Dois tubarões-tigre marcados mostraram sua fama de viajantes: um foi de Recife a Natal (RN) em 30 dias e outro, em uma semana, estava em João Pessoa (PB).
São três tipos de marcas colocadas nos tubarões. A convencional, uma simples identificação caso o tubarão seja pego novamente. A acústica conta com um transmissor que sinaliza quando o animal passa pela rede de 20 receptores acústicos submersos instalados perto das praias. A terceira e mais complexa é a satélite, que funciona como um GPS , sendo aplicada apenas nas espécies que apresentam risco de ataque, como o tubarão-tigre e o cabeça-chata.
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