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“De acordo com a data que a gente programou, ela (a marca satélite) se desprende do tubarão, vai à superfície e, através de uma antena, passa para o satélite todos os dados armazenados durante o período em que ficou presa ao tubarão”, explica Castilho. O equipamento registra trajetórias e mede tanto a profundidade quanto a temperatura da água.
“É um trabalho bom que está sendo feito. Acredito que com a conscientização da população também e com as outras questões que acabam influenciando o tubarão, acho que um dia poderemos ter as praias de volta para a prática do surfe”, afirma a surfista Mariana Santos.
O projeto também afundou quatro barcos, que se tornaram arrecifes artificiais. Os naufrágios atraem os tubarões, mantendo-os longe da costa. “Nós temos, com o afundamento dessas estruturas, não só uma oportunidade de enriquecer a fauna e a flora marinha nesse ecossistema tão fortemente degradado, como a condição de fazer isso gerando emprego e renda através da atividade de turismo subaquático sustentável do ponto de vista social, econômico e ecológico”, diz Hazin.
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