Cidadania e Justiça
Banco Mundial disponibiliza US$ 485 mi para cidades do Rio atingidas pelas chuvas
O Banco Mundial vai repassar US$ 485 milhões ao governo do Rio de Janeiro. Parte do dinheiro será utilizada na reconstrução de casas e prédios que foram destruídos pelas chuvas da última semana e na retirada de famílias em áreas de risco em sete municípios da região serrana. Uma parcela de US$ 200 milhões deve ser colocada à disposição do governo fluminense em abril e os US$ 285 milhões no último trimestre deste ano.
O anúncio foi feito pelo vice-presidente da instituição, Otaviano Canuto, após reunir-se com a presidenta Dilma Rousseff, na terça-feira (18), no Palácio do Planalto.
“Nós tivemos uma reunião com a presidenta Dilma para repassar as diversas formas que o Banco Mundial tem para ajudar os municípios do Rio. Nossa intenção é de poder fazer o melhor para ajudar aquela região”, afirmou Canuto.
Segundo o vice-presidente do Bando Mundial, uma das contribuições seria valer-se da experiência de tragédias naturais ocorridas em outros países. Desta forma, os técnicos que elaboraram projetos com o objetivo de socorrer famílias vítimas destas catástrofes poderiam participar deste processo. Canuto disse também que a instituição prestaria a mesma ajuda a outros estados brasileiros que foram atingidos pelas enchentes em função das chuvas intensas ou tiveram parte das cidades destruídas por causa dos desastres.
O diretor do Banco Mundial para o Brasil, Makhtar Diop, informou que a instituição deve destinar aporte de recursos para o projeto de reestruturação da Defesa Civil em níveis federal, estadual e municipal. “Vários estados apresentam projetos e a instituição vai analisar os pedidos. Em especial, teremos toda atenção para melhorar o sistema de Defesa Civil”, informou.
O secretário chefe da Casa Civil do governo fluminense, Regis Fichtner, explicou que o governo deve encaminhar o pedido de empréstimo ao Senado Federal, em fevereiro, quando for aberto oficialmente o ano legislativo. O procedimento é exigência da legislação.
“O dinheiro será aplicado preferencial na região serrana. Vamos reconstruir as cidades e retirar famílias que ainda estão nas áreas de risco”, informou Fichtner.
Fonte:
Blog do Planalto
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