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Cidadania e Justiça

PF deflagra operação contra fraudes na Previdência Social em Ilhéus (BA)

por Portal Brasil publicado: 14/04/2011 14h52 última modificação: 28/07/2014 14h58

A Polícia Federal de Ilhéus (BA) deflagrou nesta quinta-feira (14) a operação Radar, para o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão, na Agência da Previdência Social (APS) local e nas residências de possíveis envolvidos, além de uma condução coercitiva, com o objetivo de colher provas no interesse de inquérito policial que apura fraudes contra a Previdência Social.

A operação, resultado de investigação conjunta do Ministério da Previdência Social, Polícia Federal e Ministério Público Federal, teve início a partir de uma denúncia recebida pela PF, em maio de 2010, de que um servidor da agência de Ilhéus estaria atuando irregularmente na intermediação e concessão de benefícios de várias modalidades, principalmente pensão por morte, benefícios assistências e auxílio doença, mediante o recebimento de propina.

As investigações apontaram a possível atuação de quadrilha, com participação de membro de etnia indígena, que se utilizava de documentação falsa, inserção de dados fictícios nos sistemas da Previdência Social e de documentos com dados inverídicos para a obtenção de benefícios indevidos, inclusive para familiares.

Os possíveis envolvidos na fraude serão intimados pela Polícia Federal a prestarem depoimentos para esclarecimento dos fatos.

Participaram da operação 30 policiais federais e sete servidores do Ministério da Previdência Social, que desarticulam mais um grupo organizado que estaria praticando irregularidades contra a Previdência Social.

As investigações chegaram ao possível envolvimento de seis pessoas, sendo que as irregularidades remontam ao ano de 2003. A PF estima que o prejuízo causado aos cofres públicos ultrapasse R$ 500 mil, o que deverá ser comprovado com a revisão dos benefícios considerados irregulares.

Se comprovadas as irregularidades, os envolvidos poderão responder pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica, falsificação de documentos e formação de quadrilha, com penas que podem chegar a seis anos de reclusão.


Fonte:
Polícia Federal

 

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