Cidadania e Justiça
Beneficiário que sair do Bolsa Família poderá ter verba de volta se precisar
Os beneficiários que devolverem voluntariamente o cartão de adesão ao Programa Bolsa Família em razão de melhorias na renda serão recadastrados no programa caso enfrentem novos problemas financeiros, sem precisar ir para o fim da fila. A informação foi divulgada pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, nesta quarta-feira (15).
Ao participar da 23ª reunião plenária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), a ministra explicou que muitas pessoas que recebem o benefício, quando conseguem um emprego ou alcançam um novo patamar financeiro não devolvem o cartão por medo de ter que voltar ao final da fila caso sejam demitidas.
“São famílias que têm situação de trabalho vulnerável, que têm medo de perder o emprego na sequência”, disse. Tereza Campello destacou ainda que, a partir de agora, o Cadastro Único identificará públicos diferenciados, como populações de rua, ciganos, quilombolas e indígenas.
Tereza propôs ao Consea um debate sobre o perfil dos 16 milhões de brasileiros que estão fora dos atuais programas de transferência de renda e que deverão ser incluídos por meio do Plano Brasil sem Miséria. A maioria deles, segundo ela, é formada por crianças.
A ministra lembrou que uma das estratégias do governo é ampliar de três para sete o número de filhos que poderão considerados no cálculo do benefício do Bolsa Família. Desses sete, cinco serão crianças com até 15 anos e dois, adolescentes entre 15 e 17 anos. Outras medidas preveem inclusão produtiva e maior oferta de serviços públicos.
Fonte:
Agência Brasil
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