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Cidadania e Justiça

UFRJ inaugura centro de estudos sobre vulnerabilidade da população carente nesta sexta

por Portal Brasil publicado: 30/06/2011 17h03 última modificação: 28/07/2014 15h00

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) inaugura nesta sexta-feira (1º) o Laboratório Herbert de Souza de Tecnologia e Cidadania. Fruto de parceria entre a Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da universidade (Coppe) e o Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela Vida (Coep), a unidade vai reunir especialistas de diversos setores com objetivo de desenvolver estudos e pesquisas sobre os fatores de vulnerabilidade da população carente.

De acordo com o diretor da Coppe, Luiz Pinguelli Rosa, as soluções propostas pelos pesquisadores do laboratório servirão para orientar políticas públicas de erradicação da miséria no País. “Vamos desenvolver tecnologias sociais de combate à pobreza. O Brasil tem avançado nesse campo, mas ainda há muito a se fazer. Por isso, vamos indicar para o governo possíveis caminhos, baseados em pesquisa, ou atuar diretamente em comunidades carentes, com projetos específicos”, explicou.

O professor citou como exemplo de tecnologia social já desenvolvida pela UFRJ o programa de incubadoras de cooperativas em comunidades carentes do Rio. Pela iniciativa, profissionais da universidade oferecem apoio técnico a pequenos empreendedores de localidades pobres para que se estruturem e fortaleçam sua capacidade de fazer negócios por meio do cooperativismo.

O diretor da Coppe acrescentou que no laboratório também serão desenvolvidas pesquisas específicas sobre as adaptações necessárias às populações carentes que moram em áreas de risco como forma de prevenção aos impactos das mudanças climáticas.

“O problema da pobreza, embora seja prioritário, também tem a ver com as mudanças climáticas. Os pobres são os mais afetados em tudo porque estão mais expostos e a classe média e os ricos se protegem melhor. Quando há temporais, por exemplo, é comum haver mais desabamentos ou inundações onde os mais carentes vivem”, ressaltou.


Fonte:
Agência Brasil

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