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Cidadania e Justiça

Campanha Nacional do Desarmamento recolhe 17,6 mil armas de fogo em 3 meses

por Portal Brasil publicado: 26/08/2011 18h49 última modificação: 28/07/2014 15h02

A Campanha Nacional do Desarmamento - Tire uma arma do futuro do Brasil, lançada no último dia 6 de maio, já recolheu 17,6 mil armas de fogo e cadastrou mais de 1,4 mil postos de coleta por todo País. Os revólveres foram os tipos recolhidos mais comuns (cerca de 10 mil), especialmente os de calibre 38. Também foram entregues 2.132 espingardas e 1.728 pistolas, além de 53 fuzis. São Paulo é o estado que lidera a lista de recolhimento, com 4.906 entregas, seguido por Rio de Janeiro (2.457) e Rio Grande do Sul (2.362).

A iniciativatem como objetivo retirar o maior número possível de armas em circulação, além de promover a cultura de paz. De acordo com o Mapa da Violência 2011, elaborado em parceria pelo Ministério da Justiça e o Instituto Sangari, o número de mortes por armas de fogo caiu 11% nos anos de 2004 e 2005, quando 500 mil unidades foram recolhidas.

Os dados ajudam a esclarecer a relação entre armas nas mãos de cidadãos comuns e a criminalidade. De acordo com informações da Polícia Federal, 80% das armas apreendidas com criminosos são de fabricação nacional. Na maioria das vezes, têm origem legal e, posteriormente, são desviadas para o crime.

Mesmo dentro de casa, as armas representam perigos. Com frequência, provocam acidentes com crianças ou são utilizadas em situações de descontrole, trazendo resultados irreversíveis. É com base nesse quadro que o desarmamento vem para proteger o cidadão. A ação de prevenção é realizada em paralelo à atuação das polícias, do monitoramento de fronteiras, de políticas contra a violência e o crime organizado.

A campanha tem ganhado apoio de várias esferas da sociedade. Além da adesão de governos estaduais à campanha nacional (18 estados brasileiros e o Distrito Federal são já são parceiros), entidades da sociedade civil, parlamentares e artistas também se mostraram simpatizantes da ideia.

 

Fonte:
Ministério da Justiça

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