Cidadania e Justiça
Ouvidoria da Previdência Social completa 13 anos
A Ouvidoria-Geral da Previdência Social (OGPS) completou neste mês 13 anos de existência. São cerca de 18 mil manifestações por mês, dentre, reclamações, sugestões e elogios.
“Hoje, somos a maior ouvidoria pública do País. Temos um sistema que está constatemente em melhorias e um relacionamento com todas as áreas da Previdência Social, para que possamos levar ao cidadão o melhor serviço possível”, destaca o ouvidor-geral, Mano Barreto.
A ouvidoria recebe informações dos cidadãos e de seus servidores, referentes aos serviços e ao atendimento prestado pelo Ministério da Previdência Social (MPS), Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev). O serviço sintetiza e converte as demandas recebidas em informações úteis à Previdência Social.
Esse serviço é de grande importância para o gerenciamento de ações estratégicas, pois permite que as principais demandas e as maiores dificuldades sejam detectadas e transformadas em novos processos de trabalho, por exemplo.
“Encaminhamos mensalmente as sugestões para as áreas que estão sendo sugeridas. Já conseguimos, por exemplo, alterar a página da Previdência Social na internet e levar para o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) algumas sugestões que foram acatadas, como mudanças nas políticas de empréstimo consignado”, destaca Mano Barreto.
Para entrar em contato com a OGPS, as pessoas podem ligar para a Central 135, entrar na página eletrônica, ou ainda enviar sua manifestação por carta entregando na sede do órgão, em Brasília.
Neste ano, quase 70% dos casos foram solucionados na própria OGPS, sem precisar chegar às áreas fins. Em 2010, a ouvidoria fechou o ano com um balanço positivo no número de manifestações, uma redução de 13,3% em relação a 2009. Os processos relacionados a benefícios, que desde 2009 têm a maior demanda, sofreram uma diminuição neste último ano, passando de 40,2% das manifestações para 37,2%.
Fonte:
Ministério da Previdência Social
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