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Cidadania e Justiça

Haiti tem interesse em implementar políticas brasileiras de combate à fome

por Portal Brasil publicado: 13/10/2011 19h36 última modificação: 28/07/2014 15h05

Conhecer os programas, ações e iniciativas do Brasil no combate à fome foi o objetivo da audiência entre o secretário executivo substituto do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Marcelo Cardona, e a primeira-dama do Haiti, Sophia Martelly, nesta quinta-feira (13), em Brasília.

Para Cardona, o Brasil está preparado tanto para receber quanto para fornecer cooperação internacional de qualidade. No entanto, ressalva que sempre é necessário respeitar as especificidades sociais, culturais e econômicas de cada nação que procura esse tipo de parceria. “O compartilhamento de experiências é importante para a construção de uma rede de proteção social”, afirmou o secretário. 

Já a primeira-dama do Haiti salientou a importância do encontro e a boa fama do Fome Zero no exterior. “Nosso país quer atingir o sucesso do Brasil no combate à pobreza e à extrema pobreza”, declarou Sophia. De acordo com o conselheiro técnico do presidente do Haiti, Klaus Eberwein, também presente ao encontro, dos quase 10 milhões de habitantes, aproximadamente 50% estão em situação de extrema pobreza. 

Atualmente, o MDS tem projeto de cooperação com o Haiti na construção de cisternas para captação e armazenamento da água da chuva. Já foram erguidas 64 cisternas familiares e seis em escolas selecionadas. Quase 450 pessoas foram capacitadas para manuseio e conservação dos tanques de armazenamento de água, e foram treinados 40 pedreiros em técnicas de construção de cisternas em placas de concreto e em instalações hidráulicas de alimentação. 

O Fome Zero é a estratégia, lançada em 2003, de implementação de políticas públicas articuladas entre os diversos ministérios e entre os entes federados, com a participação da sociedade civil, visando o atendimento à população mais vulnerável à fome. Estruturou-se em quatro eixos integrados: ampliação do acesso aos alimentos, fortalecimento da agricultura familiar, promoção de processos de inserção produtiva, e articulação, mobilização e controle social.


Fonte:
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

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