Cidadania e Justiça
Projetos do MDS ganham Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social
Os projetos Cisternas nas Escolas, em Irecê, na Bahia, e Hortas Comunitárias, em Maringá, no Paraná, promovidos pelo governo federal, ganharam o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. Para a secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Maya Takagi, o prêmio é um reconhecimento ao trabalho de gestores, profissionais e organizações que têm conseguido melhorar a qualidade de vida das pessoas. “Tanto o Hortas Comunitárias como o Cisternas nas Escolas são exemplos de experiências que podem ser reaplicadas em outras regiões devido aos resultados expressivos para a sociedade”. Os projetos são conduzidos pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
O projeto Hortas Comunitárias ganhou na categoria Tecnologia Social na Construção de Políticas Públicas para a Erradicação da Pobreza. O projeto tem 20 Hortas Comunitárias e envolve mais de 500 famílias, que produzem uma média de 200 toneladas de hortaliças ao ano. “A ação tem sido fundamental para a melhoria da segurança alimentar das famílias”, destacou o coordenador do Centro de Apoio à Agricultura Urbana e Periurbana (Caaup) de Maringá, Ednaldo Michellon, parceiro da prefeitura do município no projeto.
Atualmente, o MDS tem cerca de 450 projetos em execução de agricultura urbana no país. Além de prioridade na segurança alimentar, o programa dialoga com outras políticas importantes, como a de reforma urbana, meio ambiente e economia solidária.
Cisternas
A experiência do Projeto Cisternas nas Escolas ganhou o prêmio na categoria Gestão de Recursos Hídricos. Consiste na construção de reservatórios de água para o consumo e produção nas hortas nas escolas. O resultado do projeto, além de resolver a falta de água na região, promove a formação dos alunos, professores e famílias para a convivência sustentável com o semiárido.
“O prêmio foi importante para reafirmar a importância da experiência piloto do Cisternas nas Escolas para a transformação da realidade das escolas do semiárido brasileiro, além de melhorar a vida de milhares de famílias”, destacou o coordenador executivo do Centro de Assessoria do Assuruá (CAA), Mário Augusto, entidade que executa o projeto. A parceria com o MDS, acrescentou ele, foi fundamental em todas as fases do projeto.
O projeto Cisternas nas Escolas começou como experiência piloto na Bahia, com 43 unidades. Com os resultados positivos, o MDS expandiu para mais oito estados do Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe) e Norte de Minas Gerais. Hoje, já são 886 unidades criadas.
Prêmio
O Prêmio da Fundação Banco do Brasil é concedido a cada dois anos e é uma das principais ferramentas de identificação e reconhecimento de tecnologias sociais em todo o País.
Cada iniciativa recebeu a premiação no valor de R$ 80 mil para a manutenção e ampliação dos projetos, além da produção de folhetos e de um vídeo institucional para divulgação dos trabalhos.
Fonte:
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
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