Cidadania e Justiça
Ministro Jorge Hage participa de debate sobre transparência na América Latina e no Caribe
Em encontro realizado em sua sede, em Washington, nos EUA, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) realizou nesta quinta-feira (15) uma mesa-redonda para debater o tema "Transparência e Integridade como Condições para o Desenvolvimento Sustentável". Durante o evento, que celebra o Dia Internacional contra a Corrupção, ocorrido no último dia 9 de dezembro, autoridades discutiram progressos, desafios e oportunidades que assegurem a transparência e o combate à corrupção na América Latina e no Caribe.
O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, participou dos debates ao lado do presidente do BID, Luis Alberto Moreno; da subsecretária do Departamento de Estado norte-americano para Democracia e Assuntos Globais, Maria Otero; do ministro de Administração Publica do México, Joel Salas; e do presidente do Conselho de Transparência do Chile, Alejandro Ferreiro.
O evento tem o objetivo de aprofundar as discussões sobre os esforços internacionais anticorrupção, revisar a estratégia do BID, e compartilhar experiências de transparência e integridade nos EUA, México, Brasil e Chile.
Países da América Latina e do Caribe têm ressaltado cada vez mais que medidas pró-transparência e anticorrupção são políticas prioritárias. Vários países da região participam ativamente da Parceria para Governo Aberto, uma iniciativa global lançada em setembro de 2011.
Em setembro deste ano, o ministro Jorge Hage participou, em Nova York, nos EUA, do lançamento oficial da Parceria para Governo Aberto (tradução para Open Government Partnership - OGP), uma iniciativa internacional que pretende difundir e incentivar globalmente práticas governamentais como transparência orçamentária, acesso público à informação e participação social.
A ideia de criação da OGP foi lançada pelo presidente Obama em setembro de 2010, na 65ª Assembleia Geral da ONU. E o Brasil foi o primeiro País convidado para a parceria. Segundo Hage, o convite foi motivado pela repercussão internacional de ações adotadas pelo governo brasileiro na promoção da transparência pública, do controle social e da prevenção à corrupção.
Fonte:
CGU
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