Cidadania e Justiça
Compromisso contra a discriminação de gênero e raça abrange mais de 830 mil trabalhadores
Com a adesão de mais de 80 empresas e instituições públicas e privadas à 4ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, na última terça-feira (22), mais de 830 mil trabalhadores e trabalhadoras estão cobertos pela iniciativa, que visa superar as diferenças e discriminações de gênero e raça que criam obstáculos para a contratação e ascensão de profissionais.
As instituições, empresas e organizações que aderem ao programa devem apresentar um plano de ações para a promoção da igualdade. Para receberem o Selo Pró-Equidade de Gênero e Raça, é preciso que coloquem em prática ao menos 70% das ações previstas no plano.
A quarta etapa do programa inova na incorporação da dimensão racial, mostrando que a equidade de gênero etambém étnicorracial. “Queremos acabar com qualquer tipo de discriminação e assédio e promover a igualdade entre homens e mulheres no ambiente do trabalho”, disse a ministra da Secretaria Especial de Política para Mulheres, Eleonora Menicucci.
Em 2006, quando o Pró-Equidade foi criado, apenas 15 empresas aderiram ao programa, contra 81 em 2012. Para a ministra, o crescimento significa que ocorreram mudanças e transformações cultural e comportamental por parte dos empregadores e trabalhadores e trabalhadoras.
Menicucci elogiou Dilma Rousseff, primeira mulher presidente do Brasil, por nomear dez ministra; e também citou a presidente da Petrobras, uma das maiores empresas da América Latina, Graça Foster.
Também participaram da solenidade a secretária de Ações Afirmativas da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Ângela Nascimento; o ministro interino de Minas e Energia, Márcio Pereira Zimmermann; a representante da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Brasil, Laís Abramo; a representante da ONU Mulheres Brasil e Cone Sul, Rebecca Tavares, a presidente da Petrobras, Graça Foster, e o presidente da Eletronorte, Josias Matos de Araújo.
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