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Cidadania e Justiça

Famílias quilombolas terão reforço do Brasil Sem Miséria

Reforma agrária

Governo federal vai investir R$ 7 milhões em chamadas públicas e treinamento de técnicos para beneficiar comunidades de Alagoas, Pará e Piauí
por Portal Brasil publicado: 30/09/2013 13h10 última modificação: 30/07/2014 00h54
Divulgação/MDA Plano Brasil Sem Miséria vai atender mais 2,9 mil famílias quilombolas em situação extrema de pobreza

Plano Brasil Sem Miséria vai atender mais 2,9 mil famílias quilombolas em situação extrema de pobreza

O Plano Brasil Sem Miséria, do governo federal, vai atender mais 2.900 famílias quilombolas em situação extrema de pobreza nos estados de Alagoas, Pará e Piauí. A intenção é que as comunidades recebam, a partir de novembro, serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), priorizando a soberania e segurança alimentar desses povos. Serão investidos cerca de R$ 7 milhões com as chamadas públicas que vão atender as famílias.

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) realizará um curso de orientação para 40 técnicos para que os agentes de Ater estejam aptos a realizar o diagnóstico e o acompanhamento das famílias quilombolas. O curso ocorrerá em Teresina (PI), entre os dias 30 de setembro e 4 de outubro.

O coordenador-geral de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais do MDA, Edmilton Cerqueira, explica que essa orientação é fundamental para o sucesso dos trabalhos.

“As comunidades quilombolas se inserem no contexto da agricultura familiar, mas existem especificidades que precisam ser trabalhadas, pra levar em consideração os aspectos históricos, culturais e de organização social, por exemplo. Os agentes de Ater precisam estar devidamente orientados para que, dentro das comunidades, possam estar atentos a esses detalhes", afirma.

Incentivo

Serão atendidas 1,4 mil famílias alagoanas, 500 famílias paraenses e mil famílias quilombolas no Piauí. Cada uma delas receberá atendimento dos agentes de Ater durante dois anos e um incentivo do Programa de Fomento do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) para implantação de um projeto produtivo.

"Essa ação busca, efetivamente, estar ligada ao processo de soberania e segurança alimentar dessas comunidades, com o aumento da produção, visando tanto o autoconsumo como a comercialização do excedente", completa Edmilton.

Fonte:

Incra

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