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Cidadania e Justiça

Curitiba firma acordo para construção da Casa da Mulher

Lei Maria da Penha

Órgãos de Enfrentamento da Violência contra a Mulher no Paraná dão suporte ao programa Mulher, Viver sem Violência
por Portal Brasil publicado: 21/10/2013 11h43 última modificação: 30/07/2014 01h04
Divulgação/SPM Parceria entre governo federal, estado, capital e sistema de justiça garante celeridade nas negociações do programa

Parceria entre governo federal, estado, capital e sistema de justiça garante celeridade nas negociações do programa

A secretária nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres do governo federal, Aparecida Gonçalves, que esteve em Curitiba na quinta-feira (17), anunciou que a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR) firmou convênio com o Banco do Brasil para contratação dos arquitetos e engenheiros que elaborarão o projeto estrutural da Casa da Mulher Brasileira. A casa funcionará como um centro integrado dos serviços de atendimento às mulheres em situação de violência.

Curitiba já tem área definida para a construção desta obra e está saindo na frente também na parte operacional da implementação do programa Mulher, Viver Sem Violência. A licitação está prevista para o mês de dezembro e o início da construção, em fevereiro de 2014.

A secretária nacional esteve durante todo o dia em reunião com a Câmara Técnica estadual e com a Comissão Executiva do Pacto Nacional de Enfrentamento da Violência contra a Mulher no Paraná, que conta com a participação da secretária da Mulher, Roseli Isidoro, representando a prefeitura de Curitiba.

“Esta é a primeira reunião no país de uma câmara técnica constituída após a adesão ao programa para discutir sua implementação de fato”, disse Aparecida Gonçalves. Estão na pauta das duas instâncias a obra de construção da Casa da Mulher Brasileira, os serviços que serão prestados nesse centro integrado, o custeio das suas atividades nos primeiros anos, a gestão compartilhada e a previsão da contratação de pessoal.

“Essa largada na frente se deve à capacidade de articulação das gestoras, tanto do estado quanto do município, e à vontade política de fazer todo esforço e entendimentos necessários para que o programa aconteça”, disse a secretária da SPM.

Fonte:

Secretaria de Políticas para as Mulheres

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