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Cidadania e Justiça

´Crack, é possível vencer´ entrega equipamentos ao AC

Enfrentamento

Duas bases móveis de videomonitoramento devem fortalecer combate ao tráfico em áreas de concentração de uso de drogas
por Portal Brasil publicado: 14/11/2013 16h53 última modificação: 30/07/2014 01h13

O Acre recebe, nesta quinta-feira (14), em Rio Branco, equipamentos e serviços do Programa ‘Crack, é possível vencer’. A secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, participa de solenidade no Palácio do Iguaçu.

Serão entregues duas bases móveis de videomonitoramento. O objetivo é fortalecer o policiamento ostensivo e o enfrentamento ao tráfico nas áreas de concentração de uso de drogas.

Cada base custa R$ 1,9 milhão. Elas possuem 20 câmeras de videomonitoramento fixo, duas viaturas, duas motocicletas, 50 pistolas de condutividade elétrica e 150 espargidores de pimenta, totalizando um investimento de R$ 3,9 milhões no Eixo Autoridade.

Cerca de 60 policiais militares do Acre já foram capacitados pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJ) para atuação nas bases móveis. Os profissionais receberam instruções sobre funcionamento das bases comunitárias de segurança, cuidado ao usuário de crack, diretrizes de uso da força para proteção dos direitos humanos de pessoas em situação de vulnerabilidade social e tecnologias de videomonitoramento.

O estado do Acre e a prefeitura de Rio Branco aderiram ao Programa Crack em 2012. Com o pacto, estão sendo fortalecidas ações para aumentar a oferta de tratamento de saúde e atenção aos usuários drogas, para enfrentar o tráfico e as organizações criminosas e para ampliar atividades de prevenção. O investimento total no estado é de R$ 13,3 milhões até 2014.

Prevenção

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad/MJ) tem promovido cursos de capacitação voltados para a escola e a comunidade. As aulas serão presenciais ou a distancia e valem para todo o País.

Até 2014, serão capacitados 5,6 mil profissionais do estado. Na meta, 3,55 mil educadores e policiais; mil conselheiros; 400 profissionais de Saúde e Assistência Social; 250 profissionais que atuam em comunidades terapêuticas; 250 operadores de direito; e 180 lideranças religiosas.

Fonte:

Agência MJ de Notícias

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Assunto(s): Governo federal, Saúde

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