Cidadania e Justiça
Site de recadastramento biométrico traz facilidades ao eleitor
Eleições 2014
O site do Recadastramento Biométrico foi criado para facilitar a consulta dos eleitores sobre dados da revisão eleitoral obrigatória para as cidades que participam da terceira etapa do processo. Todas as novidades sobre o recadastramento no País são atualizadas diariamente pelo TSE, com base em informações dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), permitindo o acompanhamento das metas e os atendimentos já realizados, tanto por Estado, quanto por município.
A meta do TSE é concluir o cadastramento em 2018, quando o País deverá ter 155 milhões de eleitores. A votação pelo sistema biométrico será ampliada nas eleições deste ano.
A biometria é uma tecnologia que confere ainda mais segurança à identificação do eleitor no momento da votação. O leitor biométrico acoplado à urna eletrônica deve confirmar a identidade de cada eleitor, comparando as impressões digitais com todo o banco de dados disponível.
O uso de urnas biométricas começou em 2007 com 42 mil eleitores, sendo ampliado para 1,1 milhão nas eleições de 2010. O processo é genuinamente brasileiro, com hardware e software desenvolvidos pelo tribunal.
Referência mundial
O sistema eletrônico de votação adotado no Brasil é referência mundial. O eleitorado brasileiro abrange mais de 141,4 milhões de pessoas (dados de abril de 2013).
Para esclarecer as dúvidas mais frequentes sobre esse sistema, o Tribunal Superior Eleitoral criou a página eletrônica em que cidadãos podem ter acesso a informações sobre urna eletrônica – história, pesquisas, segurança, etc. – e também sobre biometria – conceito, identificação, resoluções, etc.
Regulamentado pela Resolução-TSE nº 23.335/2011, o recadastramento biométrico é realizado gradativamente pela Justiça Eleitoral em todo o País.
Agilidade na contagem de votos
O processo eleitoral brasileiro ainda é referência mundial em agilidade na contagem e divulgação dos votos. O destaque se deve à implantação das urnas eletrônicas e o consequente aumento da segurança em relação às fraudes. Para alcançar resultado tão significativo, foram necessários anos de estudo, trabalho e mudanças, como a atualização da legislação, o desenvolvimento da tecnologia, a conscientização dos eleitores e candidatos e a implantação de novos procedimentos administrativos.
Graças à votação totalmente informatizada, a rapidez na divulgação dos resultados é a marca das eleições brasileiras. Se no primeiro turno das eleições em 2010 os resultados sobre os candidatos eleitos e os que iriam para o segundo turno foram conhecidos antes da meia-noite do dia seguinte à votação, no segundo turno a apuração bateu recorde mundial. Às 20h04 (de Brasília), pouco mais de uma hora após o término da votação em todo o País, o presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, anunciou a vitória matemática de Dilma Rousseff (PT) sobre José Serra (PSDB) na eleição para presidente da República.
Segundo o TSE, das 420 mil urnas eletrônicas usadas nas votações em 2010, apenas 2.244 tiveram que ser substituídas no primeiro turno, o equivalente a 0,56% do total, e 1.609 no segundo turno (ou 0,4%). No total, apenas nove seções no País, nos estados do Amazonas, Piauí, São Paulo (duas em cada turno), Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Sergipe, o voto teve que ser manual.
Para chegar a tal nível de excelência, o Brasil investiu em planejamento, engenharia de processos, tecnologia avançada e logística. Além disso, a constante avaliação e busca pela melhoria do sistema eleitoral como um todo tem sido prioridade, sempre valorizando a transparência da informação, como mostram os vídeos a seguir:
O que promete ser a inovação das próximas eleições é a utilização das urnas biométricas que, além de garantirem a segurança contra fraudes, identificarão cada um dos eleitores com perfeição, por meio da leitura das impressões digitais dos indivíduos.
Fonte:
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