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Cidadania e Justiça

Primeiro assentamento do ano na Bahia é criado pelo Incra

Agricultura

Com 115,5 hectares e capacidade para assentar sete famílias de trabalhadores rurais, o Poderosa é localizado no município de Buerarema
por Portal Brasil publicado: 18/02/2014 17h27 última modificação: 30/07/2014 01h25

O assentamento Poderosa, localizado no município de Buerarema, no Litoral Sul baiano, teve portaria de criação publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (18). Com 115,5 hectares e capacidade para assentar sete famílias de trabalhadores rurais, o Poderosa é o primeiro assentamento criado na Bahia em 2014.

O Incra/BA já realizou um pré-cadastro das famílias que serão encaminhadas à Prefeitura de Buerarema, com a finalidade de serem cadastradas no CadÚnico, do Plano Brasil Sem Miséria.

Essas famílias também irão passar pelo processo de homologação no Sistema de Informações de Projetos de Reforma Agrária (Sipra) para efetivação do registro no Programa Nacional de Reforma Agrária (PNRA).

Potencialidades

As potencialidades agrícolas do novo assentamento baiano, apontadas no laudo de vistoria, estão voltadas para preservar a Mata Atlântica, o que inclui o desenvolvimento da cacauicultura e o plantio de seringueiras.

A área ainda contém riachos e pequenos córregos com capacidade para irrigação, criação de gado e abastecimento das famílias.

Assentamentos 2013

Em 2013, o Incra/BA criou 15 projetos de assentamento no estado, em áreas que totalizam 53,6 mil hectares de terras. Ao todo, foram beneficiadas 1.017 famílias com acesso ao PNRA.

O maior deles foi o assentamento Rosa do Prado, situado no município de Prado, no extremo Sul do estado, que assentou 264 famílias de trabalhadores rurais, em 5 mil hectares. No Território de Identidade do Litoral Sul, foram criados, no ano passado, dois assentamentos, localizados nos municípios de Mascote e Marau.

Também houve assentamentos implantados nos municípios de Biritinga (no território do Sisal); em Morpará (no Velho Chico); Ipirá (na Bacia do Jacípe); Iramaia (Vale do Jiquiriça); em Jacobina (Piemonte da Diamantina) e em Jeremoabo (no Semiárido Nordeste II).

Fonte:
Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária

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