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Cidadania e Justiça

Comissão de Anistia realiza julgamento especial para mulheres

Dia Internacional da Mulher

Durante o evento serão apreciados processos de ex-presas e perseguidas políticas, que serão também homenageadas
por Portal Brasil publicado: 07/03/2014 09h20 última modificação: 30/07/2014 01h22

Nesta sexta-feira (7), a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça vai realizar uma sessão especial de julgamento em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres, comemorado em 8 de março. Durante o evento serão apreciados processos de ex-presas e perseguidas políticas, que serão também homenageadas.

O julgamento irá ocorrer a partir das 9h30, na sala 304 do Edifício Sede, e contará com presença da Ministra Eleonora Menicucci, da Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Entre os casos a serem julgados está o da professora Maria do Rosário da Cunha Peixoto, da Secretaria de Educação de Minas Gerais, presa e exonerada de suas funções na época. Também será julgado o da professora Suzana Van Haute, condenada a 12 meses de prisão à revelia, obrigada a pedir demissão para fugir do Brasil.

A sessão de julgamentos inclui ainda Aglaete Nunes Martins - advogada do PCdoB, que teve seu escritório invadido em 1984 e respondeu a inquérito policial militar - e Ana Rita Castro Trajano - estudante que respondeu a inquérito policial militar durante a ditadura.

Confira outros casos que serão apreciados:

Walkiria Dutra de Oliveira
Filhas de Angelina Dutra de Oliveira e irmãs de Maria do Carmo Brito, ambas perseguidas políticas. Em virtude da perseguição política sofrida pela mãe e irmã, sofreram monitoramento constante e narram prisões domiciliares.

Lucia Maria Lopes de Miranda Leão
Estudante presa em 1972 aos 16 anos pela Operação Bandeirantes (OBAN). Assistiu a sessões de tortura. Atualmente é jornalista.

Margarida Portella Sollero
Membro da Ação Popular, sofreu diversas prisões em virtude de sua militância política.

Lúcia Maria de Cerqueira Antunes Borges Rodrigues
Em virtude da perseguição sofrida pelo esposo, Waldemar Alberto Borges Rodrigues Filho, que teve que se exilar no Paraguai, em 1970, foi obrigada a pedir licença sem vencimentos no Senac, o que acarretou na sua demissão em 1975 por estar fora do País.

 Fonte:

Ministério da Justiça
Agência Brasil 

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