Cidadania e Justiça
Banco de dados identifica locais onde risco de acidente é maior
Projeto Vida no Trânsito
O Ministério da Saúde desenvolve, em parceria com estados e cidades, o Projeto Vida no Trânsito. Uma das ações é a qualificação dos sistemas de informação sobre acidentes, feridos e vítimas fatais. Com o banco de dados atualizado, é possível identificar os fatores de risco e os grupos de vítimas mais vulneráveis, como os motociclistas, assim como os locais onde o risco de acidente é maior.
O Projeto Vida no Trânsito também prevê o financiamento de ações educativas em escolas, abordagem em bares e restaurantes, dentre outras.
Lançado em 2010 nas cidades de Curitiba, Palmas, Campo Grande, Teresina e Belo Horizonte, o projeto já apresenta resultados positivos, considerando a razão de mortalidade por 10 mil veículos.
A maior queda foi observada na capital mineira com redução de 22,2% (2,5/por 10 veículos em 2010 para 1,9 em 2011), seguida por Teresina, com 20% (de 8,1 para 6,5) e Palmas 19,2% (5,5 para 4,4). Com menor impacto, aparece Curitiba com queda de 4,4% e Campo grande com 2,8.
Atualmente, o Vida no Trânsito está presente em todas as capitais, no Distrito Federal, além dos municípios de Guarulhos e Campinas (SP), São Gonçalo (RJ), São José dos Pinhais e Foz do Iguaçu (PR).
Outra frente do Ministério da Saúde para reduzir o número de mortes, o tempo de internação em hospitais e as sequelas decorrentes da falta de socorro precoce é o Samu 192.
O serviço está presente em 76% dos municípios que cortam os 100 pontos apontados pela PRF e funciona 24 horas por dia. A estrutura do SUS também conta com 40 centros especializados em atendimentos de trauma, além de 30 hospitais que estão aptos para receber vítimas de acidentes de trânsito em municípios próximos dos trechos mais críticos das rodovias.
Fonte: Ministério da Saúde
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons
CC BY ND 3.0 Brasil

















