Cidadania e Justiça
Crescimento da renda dos mais pobres reduz desigualdade
Avanços Sociais
A população de baixa renda foi quem mais se beneficiou com o crescimento econômico da última década, contribuindo para reverter a histórica desigualdade no País. Entre 2001 e 2012, a renda dos 20% mais pobres aumentou em ritmo três vezes superior à dos mais ricos – 6,2% ao ano em média, acima da inflação, ante 2% de aumento para os mais ricos.
Este e outros dados fazem parte do relatório Indicadores de Desenvolvimento Brasileiro 2001-2012, lançado nesta terça-feira (27), em Brasília. “O relatório reúne indicadores que representam grandes mudanças no Brasil, principalmente nos últimos 10 anos, revelando a continuidade dos avanços sociais de 2001 a 2012, com mais intensidade nas regiões mais pobres”, afirmou o secretário nacional de Avaliação e Gestão da Informação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Paulo Jannuzzi.
Acesse aqui o relatório completo.
Já o coordenador de Monitoramento e Avaliação do SUS do Ministério da Saúde, Afonso Teixeira dos Reis, destaca a importância do documento para que o País possa avaliar os avanços da última década. “O relatório é um dos melhores exemplos de indicadores significativos para a observação da realidade social”, afirmou.
Para o diretor de estatísticas educacionais do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Carlos Moreno, os resultados apresentados refletem o sucesso da integração das ações entre os órgãos federais, como as do Plano Brasil Sem Miséria, que promovem o crescimento inclusivo. O gerente do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Kalid Oliveira, ressaltou os avanços das políticas de geração de trabalho e renda. “Um dos grandes êxitos dos últimos 10 anos vem do mercado de trabalho, da geração de empregos formais e da valorização do salário mínimo”, disse.
O relatório foi elaborado pela Assessoria Econômica do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, com a participação do MDS e dos ministérios da Educação, Saúde, Comunicações, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
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