Cidadania e Justiça
Teleconferência aborda Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos
Evento
O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) promove nesta segunda-feira (12) teleconferência sobre o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).
O programa será exibido das 9h às 10h30, pela TV NBR, do governo federal.
A teleconferência terá a participação dos seguintes representantes do MDS: Léa Braga, diretora de Proteção Social Básica; Liliane Neves do Carmo, coordenadora geral do SCFV; Carolina de Sousa Leal, coordenadora substituta; e das técnicas do SCFV, Fernanda Scalzavara, Ester Carneiro e Késsia Silva.
Os telespectadores poderão fazer perguntas por e-mail (tele@mds.gov.br), pelo twitter @mdscomunicacao ou por telefone (número será divulgado durante a teleconferência). O programa será reapresentado pela TV NBR na quarta-feira (14), às 9h30, na sexta-feira (16), às 15h30, e no domingo (19), às 20h.
Entenda o SCFV
Cada uma das situações de fragilidade enfrentadas por cidadãos deve receber um tipo de atenção diferenciada, de acordo com as necessidades de cada um.
Além disso, as potencialidades das famílias devem ser ponto de partida para a organização dos serviços de proteção básica de assistência social, que estimulam a participação social.
Em razão disso, foi aprovada pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) a Tipificação Nacional de Serviços Socioassistencias que institui, na Proteção Básica, quatro serviços de convivência e fortalecimento de vínculos.
Eles são organizados por faixa etária e têm como objetivo prevenir possíveis situações de risco da população em geral, visando à melhoria da qualidade de vida.
Todos os serviços de convivência e fortalecimento de vínculos:
1- Organizam-se em torno do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif), sendo a ele articulados;
2- Previnem a institucionalização e a segregação de crianças, adolescentes, jovens e idosos;
3- Ajudam no acesso às informações sobre direitos e participação cidadã;
4- Ocorrem por meio do trabalho em grupos ou coletivos e organizam-se de modo a ampliar trocas culturais e de vivências, desenvolver o sentimento de pertença e de identidade, fortalecer vínculos familiares e incentivar a socialização e a convivência comunitária.
Podem ser ofertados nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), em outras unidades públicas ou em entidades privadas sem fins lucrativos, desde que referenciadas ao Cras, sempre supervisionados por uma equipe de profissionais capacitada para atender as demandas específicas de cada faixa etária
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