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Cidadania e Justiça

Jovens com síndrome de down são estimulados a empreender

Novos negócios

Incubadora Tecnológica de Economia Popular e Solidária recebe incentivo de R$ 90 mil do CNPq para desenvolver quatro empreendimentos
por Portal Brasil publicado: 26/10/2014 09h45 última modificação: 26/10/2014 09h45

Uma empresa de serigrafia para ser administrada por pessoas com deficiência e seus familiares está em desenvolvimento na incubadora do Campus Araranguá, do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

O projeto visa incentivar o empreendedorismo entre jovens com síndrome de down e tem o apoio da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH-PR) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). 

A Incubadora Tecnológica de Economia Popular e Solidária recebeu incentivo de R$ 90 mil do CNPq para desenvolver quatro empreendimentos, enquanto consultores da SDH-PR atuam em parceria com os profissionais do IFSC para realizar o projeto de inclusão de pessoas com deficiência em convergência ao Plano Nacional de Atenção à Pessoa com Deficiência. 

Desenvolvido pelos professores Assis Francisco de Castilhos e Suzy Pascoali, em parceria com os técnicos administrativos Marilene Ritter e José Augusto Farias Santos, que integram o grupo de pesquisa Educação, Meio Ambiente e Sociedade, o trabalho busca apoiar a formação de uma empresa de serigrafia fundada e administrada por jovens com síndrome de down.

A gestão do empreendimento é feita pelos 22 jovens que integram o projeto, três familiares e cinco representantes da unidade da Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (APAE) na cidade, na qual eles estudam. 

“A equipe terá o prazo de quatro anos para aprender desde os fundamentos básicos da serigrafia aos processos de gestão de uma pequena empresa. Ao final, acreditamos que eles terão as condições necessárias para sair da incubadora e continuar no mercado competitivo”, explica José Augusto Farias Santos, técnico do IFSC.

Projetos

Além do projeto voltado a pessoas com deficiência, a incubadora desenvolve empreendimentos para a criação de cooperativas de catadores de lixo, para atuação nas áreas de serviços de limpeza e uma associação na área têxtil.

Fonte:
Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República

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