Cidadania e Justiça
Universidades definem como fortalecer sistema de alimentação
Estratégias
O fortalecimento do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) será foco de discussões de 14 universidades públicas esta terça-feira (7). Durante um evento em Brasília, as instituições parceiras do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vão unificar conceitos e metodologias que serão usados nos projetos de consolidação do sistema, além de definir ações para a formação de uma rede entre as universidades.
“Essa parceria é fundamental para que a academia nos ajude na implantação e gestão do Sisan”, destacou o secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Arnoldo de Campos, lembrando que as instituições vão contribuir na busca de soluções para garantir a segurança alimentar, sobretudo, da população mais vulnerável.
Já o secretário de Avaliação e Gestão da Informação do MDS, Paulo Jannuzzi, reforçou que é necessário que o conhecimento na área chegue a todos os envolvidos. “As universidades têm papel essencial nesse processo. Vamos buscar a unidade de conceitos que serão ensinados em todo o Brasil.”
Segundo Anelise Rizzolo, pesquisadora do Observatório de Políticas de Saúde Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília (UnB) e representante do Grupo de Trabalho Alimentação e Nutrição da Associação Brasileira de Saúde Coletiva, a temática é recente no país, “o que faz com que os profissionais ainda não tenham muita clareza sobre o que deve ser feito”. “Por isso, a universidade tem papel fundamental na organização do sistema e na formação dos profissionais nas diversas áreas.”
Promovida pela Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan Nacional), a oficina tem o apoio do MDS. Participam do evento as universidades federais do Tocantins (UFT), do Pará (UFPA), do Espírito Santo (UFES), do Paraná (UFPR), de Santa Catarina (UFSC), do Rio Grande do Sul (UFRGS), da Paraíba (UFPB), de Brasília (UnB) e Fluminense (UFF).
Também estarão presentes representantes das universidades federais rurais de Pernambuco (UFRPE) e do Rio de Janeiro (UFRRJ), e das estaduais do Ceará (UECE), do Amazonas (UEAM), de São Paulo (Unesp).
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