Cidadania e Justiça
TCU vai intensificar fiscalização do setor público com ações preventivas
Desenvolvimento econômico
O novo presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, tomou posse do cargo na quarta-feira (10) garantindo que em sua gestão o órgão continuará fazendo auditorias, avaliações e propondo providências para uma atuação mais eficiente da administração pública.
“A ação se dará em todos os níveis do poder para otimizar a aplicação dos recursos governamentais”, alertou, em solenidade que contou com a presença da presidenta Dilma Rousseff, ministros, governadores e parlamentares.
Aos políticos, Aroldo Cedraz deu o recado de que “será necessário que tenham habilidade para contornar as crises a fim de garantir a estabilidade política, imprescindível ao desenvolvimento do País.”
Para ele, a ação dos tribunais de contas ultrapassa a defesa do patrimônio público.
Segundo ele, tais instâncias são indutoras do desenvolvimento econômico e garantidoras de direitos fundamentais. Lembrou que o TCU buscou melhorar suas auditorias financeiras adotando padrões internacionais.
Ele ressaltou que, ao dar credibilidade às finanças governamentais, o Tribunal colaborou para a ampliação do nível de confiança dos investidores externos.
Na avaliação do presidente do TCU, “a melhor maneira de proteger o patrimônio estatal é agir preventiva e tempestivamente”. Ele observou que quando a ação do Tribunal de Contas ocorre depois de ocorrerem os prejuízos “nem sempre eles podem ser reparados.”
“Precisamos nos antecipar às irregularidades. Temos que ter plataformas abertas, auditorias permanentes, com grande base de dados, lançando mão de inovações tecnológicas disponíveis, inclusive monitoramento nas redes sociais, que poderão fornecer diagnósticos aos gestores públicos”, afirmou Cedraz, citando, como exemplo, o aplicativo do TCU para smartphones.
O diretor do Departamento Jurídico da Caixa Econômica Federal, Jailton Zanon, disse que a Caixa está pronta para apoiar o novo presidente nesses dois anos de seu mandato.
Lembrou que o banco mantém há algum tempo relacionamento institucional amplo com o TCU. Afirmou também que muitas recomendações do Tribunal “têm contribuído para aprimorar as atividades da nossa empresa”, explicou. Segundo ele, a Caixa quer avançar ainda mais nesse relacionamento.
Jailton Zenon ressaltou que o banco sempre conseguiu obter boas orientações do TCU. “A relação da Caixa com o TCU não é de confronto”, afirmou.
Segundo ele, o banco “não vê o Tribunal apenas como órgão fiscalizador, mas sim como um colaborador”. Conforme o diretor, o TCU ajuda na parte legal e também nas contratações feitas pela CAIXA. “Recentemente o TCU começou a dar apoio muito relevante na gestão da Caixa”, lembrou.
Fonte:
Caixa Econômica Federal
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons
CC BY ND 3.0 Brasil
















