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Cidadania e Justiça

Casa da Mulher Brasileira amplia proteção a vítimas de violência

Mulher, Viver sem Violência

Estrutura conta com um abrigo de passagem, para receber as vítimas por um período de até 48 horas, além de delegacia de atendimento especializado, apoio psicossocial e de saúde
publicado: 12/06/2015 16h19 última modificação: 12/06/2015 16h19

Em 2015, foram inauguradas duas Casas da Mulher Brasileira, a primeira em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, em fevereiro. A segunda, em Brasília, no último dia 2 de junho. As Casas funcionarão 24h durante todos os dias da semana. De acordo com a Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência (SPM), desde que foi inaugurada, a unidade de Campo Grande já fez mais de 9 mil atendimentos.

Um dos eixos do programa Mulher, Viver sem Violência, coordenado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, a Casa da Mulher Brasileira reúne em um único espaço serviços para atender as vítimas de violência; como delegacia especializada, juizado, defensoria pública, promotoria, alojamento de passagem, equipes psicossocial e de orientação para emprego e renda.

A Casa também conta com uma central de transportes, que vai possibilitar o deslocamento das mulheres a serviços complementares da rede de atendimento, como Unidades Básicas de Saúde, UPAs, Instituto Médico Legal, abrigos, e para a rede socioassistencial. Além de brinquedoteca, com estrutura, alimentação e acompanhamento profissional às crianças que acompanham as mulheres no processo de atendimento.

Concentrando todos os serviços especializados em um mesmo ambiente, o governo pretende facilitar e dar mais agilidade ao atendimento das vítimas.

O governo federal também pretende que todas as capitais tenham uma casa desse tipo. Com exceção de Pernambuco, que ainda negocia com o governo, todas as unidades da Federação aderiram ao programa. Segundo a Secretaria, 18 estados já assinaram o termo de adesão, enquanto os demais ainda definem o local de construção do complexo.

A Casa da Mulher Brasileira faz parte de uma parceria entre União e Estados, o governo federal cede o terreno e custeia a obra, o estado ou município participa com os servidores e serviços essenciais como limpeza, copa e transporte.

Fonte:
Portal Brasil, com informações da Secretaria de Políticas para as MulheresAgência BrasilAgência Senado

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