Você está aqui: Página Inicial > Cidadania e Justiça > 2015 > 06 > Casamento Coletivo Homoafetivo pode bater recorde mundial no Rio

Cidadania e Justiça

Casamento Coletivo Homoafetivo pode bater recorde mundial no Rio

Direitos Humanos

Expectativa da organização é reunir 200 casais, 40 a mais do que em 2014, quando foi quebrado recorde; instruções para dar entrada na documentação estão disponíveis na página da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos
por Portal Brasil publicado: 25/06/2015 19h26 última modificação: 25/06/2015 19h27
Flávia Villela/Agência Brasil Em dezembro de 2014, 160 casais LGBT realizaram a maior cerimônia coletiva homoafetiva do mundo, no Rio de Janeiro

Em dezembro de 2014, 160 casais LGBT realizaram a maior cerimônia coletiva homoafetiva do mundo, no Rio de Janeiro

As inscrições para o sexto Casamento Coletivo Homoafetivo no Rio de Janeiro, que ocorrerá em outubro estão abertas até 12 de julho. A expectativa da organização é reunir 200 casais no evento e quebrar o recorde mundial, estabelecido em dezembro do ano passado, quando 160 casais LGBTs disseram sim. 

"Tem gente dizendo que vai chegar a 300, mas eu sou cauteloso e prefiro apostar em 200", disse Cláudio Nascimento, coordenador do programa Rio Sem Homofobia, da Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, que organiza o evento.

Etapas preparatórias

A inscrição dos 130 que já tinham manifestado interesse em participar, no entanto, ainda precisa ser confirmada e os casais que se inscreveram ainda vão passar por etapas preparatórias como aconselhamento dos direitos e deveres e escolha do modelo de partilha de bens. "Em geral, a nossa média é que 90% das pessoas que se inscreveram participam do processo até o fim", disse o coordenador.

O prazo para a inscrição vai até 12 de julho, mas pode ser prorrogado e as instruções para dar entrada na documentação estão disponíveis na página da secretaria na internet, que organiza a cerimônia em parceria com o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ).

Inclusão social

O coordenador do programa defende ainda que as cerimônias coletivas promovem inclusão social, por não custarem nada para casais de baixa renda ou renda comprometida por dívidas, e oferecem orientação jurídica gratuita. Foi o caso de Mara Vargas, de 31 anos, que se casou com Ana Paula Vargas, de 27 anos, depois de nove anos de namoro, sem gastar nada com documentação.

Segundo o programa Rio Sem Homofobia, o casamento dá maior segurança aos casais que a união estável porque eles não têm mais que comprovar seu estado civil com documentação extra, que pode ir desde o comprovante de residência até a decisão judicial que firmou a união, dependendo de quem questione a autenticidade, já que se trata de um acordo entre partes que não altera o estado civil.

 

 Fonte:

Agência Brasil

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Conferência debate políticas para pessoa com deficiência
Acessibilidade, ‎inclusão e combate ao preconceito são alguns dos temas debatidos no encontro
Conferência debate discriminação contra LGBT
Conheça as proostas da 3ª Conferência de Políticas Públicas de Direitos Humanos de ‎LGBT
Conferência dos Direitos da ‪‎Pessoa Idosa debate saúde
Entre as principais demandas está a humanização do atendimento de saúde
Acessibilidade, ‎inclusão e combate ao preconceito são alguns dos temas debatidos no encontro
Conferência debate políticas para pessoa com deficiência
Conheça as proostas da 3ª Conferência de Políticas Públicas de Direitos Humanos de ‎LGBT
Conferência debate discriminação contra LGBT
Entre as principais demandas está a humanização do atendimento de saúde
Conferência dos Direitos da ‪‎Pessoa Idosa debate saúde

Últimas imagens

A seleção dos aprendizes será realizada a partir do cadastro no Portal Mais Emprego
A seleção dos aprendizes será realizada a partir do cadastro no Portal Mais Emprego
Foto: Pref. de Campo Verde/MT
“É a luta do conservadorismo da elite contra uma população até então esquecida, casos dos negros, LGBTS e mulheres”, disse Eliana Emetéri
“É a luta do conservadorismo da elite contra uma população até então esquecida, casos dos negros, LGBTS e mulheres”, disse Eliana Emetéri
Foto: Blog do Planalto
Ação ocorreu na zona norte do Rio e na Baixada Fluminense
Ação ocorreu na zona norte do Rio e na Baixada Fluminense
Divulgação/EBc
Plano vai ser definido por representantes do ministério do Trabalho, OIT, governo estadual e Ministério Público
Plano vai ser definido por representantes do ministério do Trabalho, OIT, governo estadual e Ministério Público
Foto: Renato Alves / MTE
Na Câmara dos Deputados, representação das mulheres também é baixa, elas ocupam apenas 10% das cadeiras
Na Câmara dos Deputados, representação das mulheres também é baixa, elas ocupam apenas 10% das cadeiras
Foto: Antonio Cruz/ Agência Brasil

Governo digital