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Cidadania e Justiça

Unidades móveis já atenderam mais de 25 mil mulheres em comunidades rurais

Mulher, Viver sem Violência

Veículos percorrem assentamentos, quilombos, comunidades ribeirinhas e regiões de campo e de floresta, prestando serviços de assistência social, jurídica e psicológica a mulheres
publicado: 12/06/2015 16h20 última modificação: 12/06/2015 16h20

Desde 2013, mais de 25 mil mulheres vítimas de violência foram atendidas por unidades móveis em 225 municípios de todo o País. Para ampliar esse atendimento, o governo federal já entregou 54 ônibus para 26 estados e o Distrito Federal para atender às mulheres em situação de violência em comunidades rurais e regiões mais afastadas dos grandes centros.

As unidades móveis fazem parte do Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e ajudam a reforçar a oferta de serviços públicos para aplicação da Lei Maria da Penha no campo e na floresta. A atuação das unidades é na prestação de serviços de assistência social e jurídica, psicológica e segurança pública a mulheres e trabalhadoras rurais em situação de violência. 

Os veículos são equipados com duas salas de atendimento, netbooks com roteador e pontos de internet, impressoras multifuncionais (para digitalização de documentos e fotocópias), geradores de energia, ar condicionado, projetor externo para telão, toldo, cadeiras, copa e banheiro adaptados para a acessibilidade de pessoas com deficiência.

Nas viagens realizadas até setembro, além de receber denúncias e acolher vítimas, foram promovidas ações como palestras informativas, ações de enfrentamento à violência doméstica, serviços médicos, distribuição de materiais, atendimentos individuais, rodas de conversa, pesquisas, informações sobre a Lei Maria da Penha, entre outras atividades. Os veículos têm percorrido áreas como assentamentos, quilombos, comunidades ribeirinhas e regiões de campo e de floresta.

Serviços nas fronteiras

Até o final de 2016, o governo prevê a criação de sete centros de atendimento às mulheres em situação de violência nas fronteiras do Brasil com a Bolívia, Guiana Inglesa, Paraguai e Uruguai. Os centros de fronteira seca serão instalados em Bonfim (RR), Brasiléia (AC), Corumbá (MS), Jaguarão (RS), Ponta Porã (MS), Santana do Livramento (RS) e Tabatinga (AM). Os três centros já existentes, localizados em Foz do Iguaçu (PR), Oiapoque (AP) e Pacaraima (RR), receberão recursos para fortalecimento e ampliação dos serviços.

Esses recursos serão aplicados para melhorar o atendimento a migrantes em situação de violência e o enfrentamento do tráfico de mulheres, orientar a regularização de documentação, prestar atendimento psicossocial, disponibilizar assistência jurídica e fazer o encaminhamento à rede de serviços especializados.

Fonte:
Portal Brasil, com informações da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Agência Brasil, Agência Senado

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