Cidadania e Justiça
Empreendedorismo e emprego formal aumentam entre beneficiários do Bolsa Família
Bolsa Família
Desde a criação do Bolsa Família, nada menos que 3,1 milhões de famílias deixaram voluntariamente o Programa. Isso porque melhoraram de vida e não precisam mais do benefício.
Ao contrário do mito apregoado pelos críticos ao Programa, a maioria dos beneficiários adultos (75%) é de trabalhadores. Muitas vezes, por falta de qualificação profissional, a renda obtida com o trabalho não é suficiente, e é necessária uma complementação de renda. Muitos desses beneficiários vão além, na busca por oportunidades: meio milhão deles tornou-se microempreendedor individual.
A busca pela melhoria de vida pode ser traduzida também pela quantidade de matrículas nos cursos de qualificação profissional que o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) destina aos trabalhadores e trabalhadoras de baixa renda. A meta inicial do Governo Federal era oferecer 1 milhão de vagas, mas, devido à grande procura, o número de matrículas já chegou a mais de 1,75 milhão.
Entre 2011 e 2014, o número de estudantes do Bolsa Família matriculados no Pronatec que conseguiram inserção no mercado de trabalho subiu 130,4%. No início dos cursos, 53.280 dos beneficiários declararam possuir emprego. Ao fim do período, 122.782 pessoas estavam inseridas no mercado.
Estudos mostram que os beneficiários do Bolsa Família apresentam melhor desempenho no Pronatec, com menores taxas de evasão e reprovação. Entre os que recebem a complementação de renda, o índice de aprovação foi de 88,3%, número superior aos 85,5% obtidos pelos não beneficiários. A taxa de conclusão dos cursos também é maior entre os beneficiários: 81,4%, contra 76,5%.
Fonte: Portal Brasil, MDS e fontes consultadas localmente
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