Cidadania e Justiça
Mortalidade infantil apresenta nítida trajetória de queda
IBGE
A taxa de mortalidade infantil, em 2014, registrou média de 14,4 casos entre crianças que ainda haviam completado um ano para cada mil nascimentos. O indicador manteve clara trajetória de queda nos últimos cinco anos: em 2011, foi 16,43 por mil; em 2012, chegou a 15,69 por mil; em 2013, a 15,02; e chegou a 14,4 em 2014. Os novos números foram divulgados, nesta terça-feira (1º), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que publicou a Tábua Completa de Mortalidade no Diário Oficial da União.
A taxa mais baixa foi registrada no Espírito Santo, onde o índice ficou em 9,6 em 2014. Santa Catarina (9,8), o Paraná (10,1) e o Rio Grande do Sul (10,2) ocupam a segunda, terceira e quarta posições no ranking nacional.
A Índia e a África do Sul têm taxas bem maiores, inclusive que os Estados mais pobres do Brasil, com 37,6 e 35,9 por mil, respectivamente. Regiões mais pobres do mundo, como a África Ocidental e Central, chegam a ter países em que a taxa atinge 90 mortes antes de um ano para cada mil nascimentos.
A série histórica do IBGE mostra que a mortalidade infantil caiu mais de 90% ao longo do século 20 e no começo do século 21 e se encontra hoje em seu menor patamar. Em 1940, 146,6 crianças morriam antes de um ano para cada mil nascidas vivas. Em 1970, a taxa desceu para menos de 100, atingindo 97,6 por mil.
Em 1991, a mortalidade infantil chegou a 45,1 por mil e, no ano 2000, encerrou o século 20 em 29 por mil. Com o fim da primeira década do século 21, em 2010, a mortalidade infantil no País chegou a 17,2 por mil.
As Tábuas Completas de Mortalidade do Brasil de 2014 apresentam as expectativas de vida às idades exatas até os 80 anos e são usadas pelo Ministério da Previdência Social como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.
A pesquisa completa pode ser acessada aqui.
Fonte: IBGE
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