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Cidadania e Justiça

MJ celebra 10 anos de cursos online na Segurança Pública

Educação a distância

Plataforma possui 648 mil agentes públicos cadastrados no País
por Portal Brasil publicado: 22/12/2015 19h16 última modificação: 11/01/2016 11h08

Estruturada em dezembro de 2005, a Rede Nacional de Educação a Distância para a Segurança Pública (Rede EaD) está completando 10 anos de existência. Trata-se da maior plataforma online de educação profissional em Segurança Pública do mundo: são 648 mil agentes públicos cadastrados em todo o País.

"A Rede EaD viabiliza o acesso gratuito à educação continuada, integrada e qualificada para os profissionais de Segurança Pública, independentemente das limitações geográficas e temporais. Em 10 anos de existência, são mais de 130 milhões de horas-aula realizadas via internet. O acesso ao conteúdo é gratuito e ajuda no aperfeiçoamento do serviço prestado à população", elogiou o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

De acordo com a secretária Nacional de Segurança Pública, Regina Miki, serão oferecidos, em 2016, 74 cursos sobre as mais diversas atividades relacionadas ao tema. "O conteúdo é passado ao participante por meio de textos e vídeos, além de requerer avaliações objetivas e subjetivas via internet", explicou.

Entre as disciplinas, há específicas para perito criminal ou bombeiro militar, como Balística Forense Aplicada e Busca e Resgate em Estruturas Colapsadas, respectivamente. Há também temas mais abrangentes, para os diversos segmentos, como os cursos Condutores de Veículos de Emergência e Atendimento às Mulheres em Situação de Violência.

Conforme determinou o Ministério da Justiça, as aulas são de livre acesso a policiais civis, policiais militares, policiais federais e rodoviários federais, bombeiros militares, peritos forenses, papiloscopistas, guardas municipais e agentes penitenciários. É necessário entrar no site da Rede EaD durante os períodos de inscrição. A solicitação de matrícula será avaliada e, caso fique confirmada presença de profissional dentro do público-alvo, a inscrição será homologada.

Novidades em 2016

A Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJ) antecipou duas novidades da Rede EAD para 2016: a graduação em tecnólogo em segurança pública e o início do processo seletivo para renovação do banco de tutores. "A graduação e a pós têm o propósito de fazer com que todos os operadores de Segurança Pública do País estejam bem qualificados para a execução de um trabalho capacitado e instruído", ressaltou Regina.

"Estamos comprometidos em buscar o contínuo desenvolvimento dos cursos disponíveis para os servidores de Segurança Pública. Assim, os servidores que não são tutores (ou professores a distância), terão a chance de se tornarem. O objetivo é estabelecer este processo a cada dois anos para dar mais qualidade ao ensino, pois os selecionados serão profissionais qualificados e dedicados para exercer esta tutoria. A previsão é de que o processo seletivo inicie em fevereiro de 2016", concluiu a secretária Nacional de Segurança Pública.

Para participar dos cursos, o profissional de Segurança Pública deve procurar o setor de ensino de sua instituição para se registrar na Rede e para poder se matricular via internet nas disciplinas, que são disponibilizadas em ciclos. 

A cada ano, realizam-se três ciclos de aulas, dos quais participam cerca de 200 mil alunos. Cada curso tem duração média de 40 ou 60 horas-aula, distribuídas em até três meses. São formadas, a cada ciclo, pelo menos três mil turmas, que contam com até 50 alunos por sala virtual. A Rede EaD está presente nas 27 Unidades da Federação em telecentros instalados nas capitais e principais municípios do interior.

As instituições de ensino de Segurança Pública também podem solicitar a criação de turmas fechadas na Rede EaD, para atendimento a demandas específicas de formação ou aperfeiçoamento, inclusive para fins de promoção na carreira. O módulo academia tem por objetivo complementar o ensino presencial das instituições representando ainda grande economia de tempo e recursos.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Justiça

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