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Cidadania e Justiça

ONU destaca Bolsa Família como essencial para redução da pobreza

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Em 12 anos de existência, o Bolsa Família retirou mais de 5 milhões de pessoas da extrema pobreza
publicado: 16/12/2015 16h00 última modificação: 07/01/2016 15h44
Divulgação/EBC Estudo revela importância do programa para aumento do IDH e redução da pobreza no Brasil

Estudo revela importância do programa para aumento do IDH e redução da pobreza no Brasil

Em 12 anos de existência, o Bolsa Família Bolsa Família ajudou a manter 36 milhões de pessoas fora da linha da extrema pobreza e tornou-se referência mundial no combate à fome. Na última segunda-feira (14), o Relatório de Desenvolvimento Humano 2015, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), destacou o Bolsa Família como essencial para a redução da pobreza multidimensional, por promover acesso à saúde, educação e assistência social.

O índice de pobreza multidimensional leva em conta as condições de saúde, educação e padrão de vida. De 2006 a 2014, passou de 4% para 2,9% a porcentagem de brasileiros sem acesso a itens básicos de assistência social, uma redução de 27,5%.

“O conceito de pobreza multidimensional é mais sensível à abordagem do Bolsa Família. Com as condicionalidades, ele cria uma situação de bem-estar que não está somente ligada à renda e isso diminui as privações das famílias”, ressalta Andréa Bolzon, coordenadora do Relatório de Desenvolvimento Humano no Brasil.

O estudo aponta crescimento do IDH brasileiro, de 0,683 em 2000 para 0,755 em 2014, alta de mais de 10,5%. Nesse contexto, o relatório reconhece a colaboração do programa de complementação de renda como medida eficaz de proteção social, garantindo renda mínima às famílias em situação de pobreza e fortalecendo a capacitação das pessoas ao investir na escolarização e nos cuidados com a saúde das crianças.

Segundo Andréa Bolzon, uma das características que mais colaborou para o avanço do IDH brasileiro foi a queda da mortalidade infantil. “Em longo prazo, foi o que mais contribuiu para o aumento da expectativa de vida da população. Da mesma forma, as condicionalidades na área de educação podem ter impacto no aumento dos anos de estudo, outro indicador considerado pelo Índice de Desenvolvimento Humano do PNUD”, explica.

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