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Cidadania e Justiça

Procons atenderam 2,6 milhões de consumidores em 2015

Defesa do Consumidor

O Boletim Sindec 2015 apresenta as demandas de consumo levadas aos Procons integrados ao Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor
por Portal Brasil publicado: 01/02/2016 17h38 última modificação: 01/02/2016 17h38
Foto: Governo de MG Como vários destes Procons contam com mais de uma unidade, o Sistema abrange 683 unidades espalhadas por 531 cidades brasileiras

Como vários destes Procons contam com mais de uma unidade, o Sistema abrange 683 unidades espalhadas por 531 cidades brasileiras

Os Procons integrados ao Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec) atenderam, no ano passado, 2.648.521 pessoas. A estimativa apresentou crescimento de 6,3% em relação ao ano anterior. Esses dados foram consolidados pela Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacon) na publicação Boletim Sindec 2015, que apresenta uma breve análise sobre as demandas de consumo levadas aos Procons durante o ano de 2015.

Nesta edição, a Senacon apresenta a variação do volume de atendimentos registrados em face dos setores mais demandados nos Procons. Para fins de análise, cada setor foi composto pelo agrupamento das empresas mais demandadas.

O Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor é o sistema informatizado que integra o atendimento realizado por Procons de 26 estados, do Distrito Federal e de 400 municípios. Como vários destes Procons contam com mais de uma unidade, o Sistema abrange 683 unidades espalhadas por 531 cidades brasileiras. Esses Procons atendem uma média mensal de 220 mil consumidores. 

 Setores

 O setor elétrico apresentou a maior variação de crescimento (43,5%) de 2014 para 2015. Os destaques foram as empresas Eletropaulo e Centrais Elétricas Matogrossenses (Cemat), que apresentaram respectivamente 122% e 182% de crescimento no total de atendimentos registrados.

 O segundo setor com maior percentual de crescimento em relação a 2014 é o de operadoras de telecomunicações (23,6%), que é responsável por um terço das demandas recebidas pelos Procons. O assunto telefonia celular gerou a maior quantidade de reclamações pelos consumidores, com 338.247 mil atendimentos, representando 13,4% do total das demandas. Em 2014 foram 226.353 mil e 9,5% do total registrado.

O setor de bancos apresentou um pequeno crescimento de 0,7%, porém, o assunto cartão de crédito cresceu 19,7% no volume de registros. Em 2015 foram 183 mil atendimentos, representando 7,3% de todas as demandas recebidas. Em 2014 foram 153 mil atendimentos, representando 6,5% do total registrado. A variação ocorreu principalmente pelo aumento do total de atendimentos sobre cartões registrado pelas instituições Caixa Econômica Federal e Itaú (89% e 23% de crescimento, respectivamente). 

 O setor de varejo apresentou crescimento de 2,9%, sendo o Grupo GPA responsável pelo maior volume de demandas, 32% superior em relação ao ano anterior. As demais empresas do setor, com exceção da B2W e das Pernambucanas, apresentaram diminuição de demandas em relação a 2014.

 Já os setores de indústria e aéreo foram os segmentos que apresentaram redução total de atendimentos registrados nos Procons (-7,2% e -8,9%, respectivamente). Na indústria, à exceção das empresas Sony, Motorola e Positivo, todos os demais fornecedores considerados na análise reduziram a quantidade de atendimentos em 2015. Já no setor aéreo, Tam, Gol e Avianca apresentaram queda no volume de registros. A Azul cresceu 13%.

 Entre as empresas analisadas no setor de saúde suplementar, a tendência foi de queda, exceto pela empresa Unimed Paulistana, que apresentou 408% de crescimento em relação ao ano anterior. Vale destacar que a empresa teve sua carteira alienada em 2015 por determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

 Serviço

 O Consumidor.gov.br é o serviço público que permite a interlocução direta entre consumidores e empresas para solução de conflitos de consumo pela internet, tudo monitorado pelos órgãos de defesa do consumidor e pela Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça. Para mais informações, acesse: www.consumidor.gov.br.

Fonte: Ministério da Justiça

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