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Cidadania e Justiça

Secretaria de Políticas para as Mulheres repudia assassinato de sindicalista no MA

Direitos Humanos

Em nota, a secretaria se solidariza à família e reitera que não medirá esforços para que esse assassinato seja devidamente apurado e os autores responsabilizados
publicado: 05/02/2016 11h37 última modificação: 11/02/2016 17h03

A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos emitiu nota de repúdio sobre o assassinato da sindicalista Francisca das Chagas Silva, no Maranhão. Na nota, a secretaria cita que o corpo da trabalhadora rural, quilombola e sócia no Sindicato de Trabalhadores Rurais de Miranda do Norte, no Maranhão, foi encontrado com sinais de estrangulamento e violência sexual, com claros requintes de crueldade.

Confira, abaixo, a íntegra:

Nota de repúdio da SPM sobre o brutal assassinato da sindicalista Francisca das Chagas Silva no Maranhão

A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos repudia o brutal assassinato de Francisca das Chagas Silva, trabalhadora rural, quilombola e sócia no Sindicato de Trabalhadores Rurais de Miranda do Norte, no Maranhão. 

Segundo informações veiculadas na imprensa, o fato ocorreu na segunda-feira (1°/02). O corpo da trabalhadora rural foi encontrado com sinais de estrangulamento e violência sexual, com claros requintes de crueldade.   

Segundo o Mapa da Violência 2015, o número de assassinatos de mulheres negras cresceu 54% entre 2003-2013. No total, o número de vítimas do sexo feminino passou de 3.937 para 4.762 em 10 anos, representando um aumento de 21%. 

Francisca das Chagas Silva, quilombola do povoado Joaquim Maria, lutadora pelos direitos de igualdade e justiça no campo, foi uma das Margaridas presentes nas última mobilização de agosto de 2015, em Brasília.  

A SPM se solidariza à família e reitera que não medirá esforços para que esse assassinato seja devidamente apurado e os autores responsabilizados.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Comunicação Social/Secretaria de Políticas para as Mulheres – SPM

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