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Ciência e Tecnologia

TV Digital nipo-brasileira é apresentada a autoridades da Costa Rica

por Portal Brasil publicado: 15/03/2010 19h21 última modificação: 28/07/2014 09h12

Autoridades da Costa Rica conheceram nesta segunda-feira (15), o sistema de TV Digital nipo-brasileiro. Representantes do Ministério das Comunicações apresentaram as vantagens do padrão ISDB-T (Integrated Services Digital Broadcasting Terrestrial), desenvolvido pelo Japão e aperfeiçoado por especialistas brasileiros. Além do Brasil, o padrão de TV Digital nipo-brasileiro já foi adotado oficialmente por Peru, Argentina, Chile e Venezuela.

Segundo o ministro das Comunicações, Hélio Costa, a tecnologia adotada para a TV Digital tem impactos nas políticas públicas de promoção e inclusão social e vem despertando cada vez mais o interesse dos países latino-americanos. Em fevereiro, o ministro esteve em Montevidéu, no Uruguai, para uma reunião similar com autoridades do governo do presidente José Mujica. Pelo menos outros três países vêm estudando o ISDB-T: Equador, Cuba e África do Sul.

Hélio Costa diz que o ISDB-T tem grandes vantagens em relação aos outros dois sistemas conhecidos no mercado internacional: ATSC (americano) e DVB (europeu). A principal é o fato de o sistema adotado pelo Brasil permitir a recepção aberta e gratuita do sinal digital de TV em alta definição, portátil e móvel, com melhor qualidade de compressão do sinal de vídeo (MPEG-4). Os outros dois sistemas ainda utilizam o sistema de compressão MPEG-2.

O Brasil desenvolveu um software, em código aberto, que permite a recepção da TV Digital, sem a necessidade de pagamento de royalties por parte dos radiofusores e da própria indústria. Essa isenção de pagamentos não é possível nos outros dois padrões de TV Digital disponíveis no mercado: DVB (europeu) e ATSC (americano).

De acordo com o ministro brasileiro, o governo vem propondo aos países interessados na adoção do ISDB-T a construção de um sistema de TV Digital comum, que evite a sujeição das tecnologias das nações àquelas dos países desenvolvidos.

Fonte:
Ministérios das Comunicações

 

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