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Ciência e Tecnologia

CNPq e fundos de amparo à pesquisa assinam convênios de R$ 220 milhões

por Portal Brasil publicado: 06/09/2010 15h42 última modificação: 28/07/2014 09h12

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) assinou convênios com as Fundações Estaduais de Amparo a Pesquisa (FAPs) que juntos totalizam R$ 220 milhões. A assinatura aconteceu na última sexta-feira (3), durante o Fórum Nacional do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap).


Os recursos investidos pelo CNPq e pelas FAPs serão destinados a três projetos. O Apoio a Núcleos Emergentes (Pronem) receberá quase R$ 91 milhões, sendo R$ 58,69 milhões do CNPq e R$ 32,29 milhões das FAPs. O Primeiros Projetos (PPP) vai receber R$ 63,37 milhões (R$ 39,24 milhões do CNPq e R$ 24,13 milhões das FAPs). Já o Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex) terá R$ 68 milhões, R$ 42,15 milhões do CNPq e R$ 25,90 milhões das FAPs.


Iniciativas

Criado em 2010, o Pronem busca apoiar grupos emergentes de capacidade reconhecida, para ampliar e consolidar a capacidade cientifica e tecnológica instalada de cada estado. Como se trata de uma ação em parceria com os estados, a ampliação da capacidade de CT&I poderá levar em conta, por meio de chamadas públicas pelas respectivas entidades estaduais, as prioridades estratégicas e estabelecidas em cada unidade da federação.


O PPP foi instituído em 2003, dentro do Fundo Setorial de Infra-Estrutura (CT-Infra), com objetivo de atender ao crescente número de recém-doutores em fase de consolidação de carreiras científico-tecnológicas. Já foram beneficiados mais de 2 mil pesquisadores que antes não recebiam qualquer auxílio financeiros das agências de fomento, exceto bolsas.


Já o Pronex foi criado em 1996 como um instrumento de estímulo à pesquisa e ao desenvolvimento científico e tecnológico do País. Desde 2003, os recursos são aportados em partes iguais pelo CNPq e pela entidade local, anualmente e por três anos.


Fonte:
CNPq

 

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