Ciência e Tecnologia
Especialistas debatem uso de mosquito transgênico no combate à dengue
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da empresa Oxitec (U.K), em parceria com a Moscamed Brasil, estão desenvolvendo em laboratório Organismos Geneticamente Modificados (OGM) capazes de suprimir populações naturais do mosquito transmissor da dengue.
Para discutir essa nova tecnologia, ainda em fase de pesquisa, e apresentá-la a profissionais do setor e ao poder público, será realizado no dia 5 de novembro, no auditório da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf), em Juazeiro (BA), o workshop “Programa de Controle Genético do Mosquito Aedes aegypti”. O objetivo do evento é discutir aspectos científicos, técnicos e sociais do emprego do mosquito transgênico no controle populacional do Aedes aegypti, vírus causador da doença.
A dengue é um dos principais problemas de saúde pública do mundo, especialmente em países tropicais como o Brasil. E as estratégias usadas, atualmente, no controle do mosquito Aedes aegypti resumem-se em atividades preventivas, como a eliminação de criadouros, adoção de medidas comunitárias de conscientização e, principalmente, aplicação estratégica ou emergencial de inseticidas químicos.
O evento tem a participação de especialistas, representantes do Ministério da Saúde, da superintendente de Vigilância e Proteção à Saúde da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Lorene Pinto, da pesquisadora do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da USP, Margareth Capurro, e do gerente técnico de desenvolvimento da Oxitec, Andrew McKemey.
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