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Ciência e Tecnologia

Centro de Tecnologia da Informação lança pedra fundamental de novo parque tecnológico

por Portal Brasil publicado: 18/03/2011 18h40 última modificação: 28/07/2014 14h49

Autoridades do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), empresários, pesquisadores e representantes de instituições de pesquisa estiveram reunidos nesta quinta-feira (17), no campus do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, em Campinas (SP), para o lançamento da Pedra Fundamental do Parque Tecnológico CTI-Tec. Com área total de 5 mil metros quadrados, o complexo será custeado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e terá investimento de mais de R$ 15 milhões. O objetivo é viabilizar a sinergia entre empresas e entidades de pesquisa que atuem em setores tecnológicos de ponta a realizarem trabalhos em parceria com o CTI. 

A Fase I do projeto terá cinco edifícios e poderá abrigar até 16 empresas. O cronograma prevê a conclusão das obras no primeiro trimestre de 2012. Os editais para que as empresas interessadas possam integrar o parque já estão sendo elaborados e serão publicados ainda em 2011. Conduzir projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação será uma das condições primordiais para que as empresas se instalem no CTI-Tec.


O CTI e a indústria

O CTI apoia pequenas e médias empresas, por meio de prestação de serviços tecnológicos e de transferência de conhecimento técnico-científico. Em 2010, o centro apoiou 135 empresas, realizando 635 serviços tecnológicos nas áreas de prototipagem rápida, análise de falhas e ensaios de confiabilidade em hardware, reparos e retrabalhos de displays, melhoria de processo e qualidade de software, aplicação de benchmarking industrial e produção de máscaras litográficas. Todos os projetos junto ao CTI contam com o apoio na área de propriedade intelectual através da Coordenação de Inovação Tecnológica.

O CTI-Tec será o terceiro Parque Tecnológico de Campinas, que já conta com um já existente no CPqD e outro também em construção na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).


Fonte:
Ministério da Ciência e Tecnologia

 

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