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Ciência e Tecnologia

Ministério quer 1% do faturamento de empresas em pesquisa e desenvolvimento

por Portal Brasil publicado: 06/06/2011 17h41 última modificação: 28/07/2014 14h50

O Ministério da Ciência e Tecnologia quer que o faturamento bruto das empresas aplicado em pesquisa e desenvolvimento seja de pelos menos 1%. A ideia, segundo o ministro Aloizio Mercadante, é levar o modelo de investimento em tecnologia aplicado na área de petróleo para outros setores da economia, como mineração, sistema financeiro, automóveis e construção civil.

Hoje, a Lei do Petróleo estabelece que 1% do faturamento bruto das empresas seja aplicado em pesquisa e desenvolvimento. “Queremos levar este modelo de êxito para outras áreas”, disse o ministro durante a cerimônia de premiação da 5ª edição do Prêmio Petrobras de Tecnologia Engenheiro Antônio Seabra Moggi, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (3).

Mercadante ressaltou que a Petrobras investe hoje US$ 300 milhões por ano em pesquisa, sendo metade por conta própria e metade em parceria com centros de pesquisa e universidades. Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil já está de acordo com a proposta e mostrou interesse em desenvolver novos materiais e métodos de sequestro de carbono.


Prêmio

O Prêmio Petrobras de Tecnologia Antônio Seabra Moggi celebra a parceria de sucesso entre a comunidade nacional de ciência e tecnologia e a Petrobras, reconhecendo a contribuição de estudantes, pesquisadores e instituições para a superação de fronteiras tecnológicas no segmento petróleo, gás e energia. É também uma oportunidade de revelar novos talentos e novas tecnologias, incentivando assim a inovação no meio técnico-científico e a aproximação entre as universidades brasileiras e a indústria de energia.

O prêmio, lançado em 24 de setembro de 2004, é voltado para estudantes de graduação, mestrado ou doutorado de qualquer instituição de ensino superior brasileira.

Nessa 5ª edição, foram premiados 21 trabalhos de 14 instituições em nove estados.  Os temas Preservação Ambiental, com 81 trabalhos inscritos, e Energia, com 79, do total de 346 inscritos, predominaram, como vem ocorrendo desde a 1ª edição do prêmio.  Ao todo, cerca de 200 instituições de 24 estados já participaram das cinco edições, que tiveram 122 trabalhos premiados.

Os vencedores recebem bolsa de estudo e prêmio em dinheiro. Para a categoria graduação o valor é de R$10 mil; R$15 mil para mestrado e R$20 mil para doutorado. Os respectivos orientadores dos trabalhos premiados recebem a mesma quantia de seus alunos em forma de taxa de bancada, ou seja, valor a ser investido em seu laboratório ou departamento da instituição em que trabalha. A iniciativa conta com a parceria do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), responsável pela concessão das bolsas de estudos aos vencedores.

 

Fonte:
Ministério da Ciência e Tecnologia

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