Ciência e Tecnologia
Projeto de lei propõe criação de novos institutos ligados ao MCT
O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) terá em breve mais quatro novos institutos de pesquisa em sua estrutura. A afirmação é do subsecretário de Coordenação das Unidades de Pesquisa (SCUP/MCT), Arquimedes Diógenes Ciloni. “Existe um projeto de lei no Congresso Nacional para a vinculação de novos institutos no escopo do ministério. Atualmente, temos 18 ligados à pasta. Outra meta que temos é tornar o recém-criado Cemaden (Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) também como instituto”, adiantou.
O subsecretário disse que a matéria que tramita no legislativo federal propõe a reconfiguração dos institutos nacionais do Pantanal, da Mata Atlântica, das Águas e, ainda, o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene) como entidades vinculadas ao MCT. “Hoje, temos 18 unidades. Em breve teremos 22. Depois trabalharemos para tornar o Cemaden como unidade vinculada. Mas, para isso, precisamos esperar um período de maturação até que tenha estrutura adequada”, informou.
Arquimedes falou também da criação de um quinto instituto que seria o resultado do convênio firmado recentemente com a empresa Foxconn, que será responsável pela fabricação de ipads no Brasil. “O acordo feito entre o governo federal e esta empresa prevê a criação de um instituto para o desenvolvimento de pesquisas. Todas essas ações visam descentralizar a ciência no País”, enfatizou.
Além da reconfiguração dos institutos, o subsecretário do MCT apresentou ainda as bases do Plano de Ciência, Tecnologia e Inovação: 2011-2014. Para a formulação do plano, Ciloni explicou que existe uma força-tarefa com a proposta de conjugar os planos diretores de cada unidade vinculada ao MCT a um plano maior que engloba inclusive a participação de outros ministérios. “Nossa principal missão é colocar a ciência, tecnologia e a inovação como eixo estruturante no desenvolvimento sustentável”, destacou.
“Três eixos macro englobam tudo isso: formação de recursos humanos, pesquisa e infraestrutura científica e tecnológica e a promoção da inovação. Queremos, com toda essa rede de investimentos, tirar o Brasil da sétima posição de economias mais desenvolvidas e colocá-lo na quinta posição”, salientou.
Fonte:
Ministério da Ciência e Tecnologia
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