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Ciência e Tecnologia

Cerca de 2 mil pessoas participaram da SNCT no Instituto Mamirauá

Amazonas

Alguns visitantes levaram para casa mudas de árvores e kits com materiais didáticos
por Portal Brasil publicado: 28/10/2013 11h59 última modificação: 30/07/2014 00h57

O Instituto Mamirauá realizou em sua sede, em Tefé (AM), a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), de quarta (23) a sexta (25). Cerca de 2 mil pessoas visitaram a instituição.

Exposições, visitas ao campus, palestras e degustação de geleias feitas com cascas de frutas foram algumas das atividades desenvolvidas. Alguns visitantes também levaram para casa mudas de árvores nativas e kit com materiais didáticos.

O kit foi composto de cartilhas desenvolvidas pelo Projeto Conservação de Vertebrados Aquáticos Amazônicos (Centro de Reabilitação de Peixe-boi Amazônica de Base Comunitária “Centrinho”, Olavita e os Bichos da Água e Conservação Comunitária de Quelônios), vídeos Líderes da Conservação e Mamirauá e o calendário de parede para 2014 do instituto.

A pesquisadora Mariana Terrola, do Grupo de Pesquisa Ecologia Florestal, ministrou uma palestra sobre macrofitas aquáticas para estudantes do curso de biologia e gestão ambiental da Universidade do Estado do Amazonas, campus Tefé. Segundo a pesquisadora, as macrofitas aquáticas são vegetais que habitam áreas úmidas, até ambientes totalmente submersos.

“Dentre suas características, podemos destacar o sofisticado sistema de imunização, caules e raízes que auxiliam nas trocas gasosas e na flutuação. Elas são fonte de matéria orgânica e garantem o fornecimento de abrigo e local de reprodução da fauna”, explicou Mariana. Ao final da palestra, foi distribuído o livro Anatomia e Morfologia de Plantas Aquáticas da Amazônia.

Segundo o professor de matemática Irani da Silva Torres, a visita é uma oportunidade para associar conteúdos passados em sala de aula: “Eu tive a oportunidade de verificar no prédio do Acervo algumas peças indígenas, como os ralos. Em sala de aula, eu trabalhei com os alunos as sequências algébricas e a gente usou a figura daqueles ralos. Agora, os alunos viram as peças. Isso foi fantástico”.

Fonte:
Ministério da Ciência e Tecnologia

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