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Ciência e Tecnologia

Ciência sem Fronteiras terá bolsas para mestrado profissional

Intercâmbio

Cursos terão duração de um a dois anos e se diferenciam por ser uma qualificação voltada ao mercado de trabalho
publicado: 04/10/2013 19h05 última modificação: 30/07/2014 00h56

O Programa Ciência sem Fronteiras abre uma nova modalidade de cursos de mestrado profissional. Ao contrário do mestrado acadêmico, trata-se de uma formação voltada para o mercado de trabalho. Os cursos terão duração de um a dois anos e se diferenciam por ser uma qualificação mais específica. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (4) pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Serão oferecidas mil vagas em 2014 em instituições nos Estados Unidos. A publicação do edital está prevista para novembro deste ano e os bolsistas chegarão às faculdades escolhidas no segundo semestre do ano que vem, quando começa o ano letivo norte-americano. As áreas contempladas são engenharias e demais áreas tecnológicas, computação e tecnologia da informação, tecnologia aeroespacial, petróleo, gás, carvão mineral, energia, biotecnologia, nanotecnologia e novos materiais.
Na ocasião, o ministro também anunciou, para o próximo dia 14, o lançamento de um novo edital do programa com bolsas para 19 países.


Edital
Para o novo edital do Ciência sem Fronteiras, a ser lançado no dia 14 de outubro, estarão disponíveis vagas em 19 países: Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, China, Coreia do Sul, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Noruega, Nova Zelândia, Reino Unido e Suécia.

De julho de 2011 a setembro de 2013, o Governo Federal já concedeu 53.552 bolsas de estudos para o Ciência sem Fronteiras, programa que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e da tecnologia, da inovação e da competitividade brasileiras, por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional.

A iniciativa é fruto de esforço conjunto dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Educação, por meio de suas respectivas instituições de fomento – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) –, e secretarias de Educação Superior e de Educação Profissional e Tecnológica do MEC.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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