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Ciência e Tecnologia

Rio pode se tornar polo especializado em nanotecnologia

Tecnologia da Informação

Pensar em tecnologias avançadas requer envolvimento conjunto de empresas, universidades e institutos de pesquisa, afirmou o ministro
por publicado: 08/10/2013 15h21 última modificação: 30/07/2014 00h56

 

Nesta segunda-feira (7), gestores se reuniram na sede da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), no Rio de Janeiro, para discutir como o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) pode ajudar a cidade do Rio de Janeiro a se tornar um cluster de nanotecnologia, ou seja, um polo produtivo especializado. Também falaram como empresas, universidades e governos federal, estadual e municipal podem trabalhar de forma cooperada.

“Não podemos pensar em nanotecnologia sem ter o envolvimento de empresas no processo. Hoje, no SisNano, temos 26 laboratórios associados e mais de 100 empresas trabalhando neles”, disse o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp. “Isso mostra o quanto é importante que as universidades, os institutos de pesquisas e as empresas caminhem juntos para o desenvolvimento da pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) no país”.

Raupp destacou o lançamento da Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia (IBN), que tem como objetivo promover o desenvolvimento científico e tecnológico do setor, e falou do Sistema de laboratórios em Nanotecnologia (SisNano).

A reunião aconteceu após uma agenda de visitas do ministro a duas das sete unidades da rede Naves do Conhecimento. Na ocasião, Raupp destacou o lançamento da Iniciativa Brasileira de Nanotecnologia (IBN), que tem como objetivo promover o desenvolvimento científico e tecnológico do setor, e falou do Sistema de laboratórios em Nanotecnologia (SisNano).

O encontro contou com a presença de líderes de empresas como GE, Cisco, Intel, IBM e EMC, além de representantes da Pontifícia Universidade Católica (PUC), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), do Inmetro e da Assespro.

Centros de pesquisa

Na reunião, também foi destacada a importância dos trabalhos que vêm sendo desenvolvidos nos centros de inovação da GE e da Cisco, no centro de big data implantado pela EMC e nos programas de formação profissional em Tecnologia da Informação (TI) da Intel.

“Temos muito a fazer e a investir em TI e em inovação na indústria do Rio, principalmente no setor de óleo e gás”, observou o ministro. “Um dos projetos que está sendo criado pelo MCTI, a Embrapii, poderá ser uma grande aliada no financiamento de pesquisas e na geração de oportunidades para as universidades e empresas cariocas”.

Segundo Franklin Coelho, uma das prioridades do prefeito Eduardo Paes é fazer do Rio de Janeiro um modelo de cidade inteligente a ser seguido. Para isso, conta com empresas e universidades para a criação de ecossistemas de TI. “Quando falamos em conceito de cidade inteligente, ele não se restringe só a telecomunicações. Falamos em gestão pública eficiente do tráfego, em sistemas de monitoramento, em sensores, entre outros”, ponderou o secretário. “O Rio de Janeiro precisa desta transformação, pois será sede de grandes eventos, que exigem soluções integradas de tecnologia”.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)

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