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Ciência e Tecnologia

Conferência discutirá pesquisas sobre doenças negligenciadas

Internacional

Pesquisador brasileiro irá apresentar as ferramentas e os desafios dos estudos sobre doença de chagas para a próxima década
por Portal Brasil publicado: 03/12/2013 17h23 última modificação: 30/07/2014 01h00

Nesta quarta e quinta-feira (4 e 5 respectivamente), cientistas, representantes de indústrias farmacêuticas e tomadores de decisão discutirão os avanços e os desafios das pesquisas científicas sobre doenças negligenciadas. Eles participarão da conferência internacional “Best science for the most neglected: where do we stand 10 years on?”, que será realizada em Paris, na França.

O evento celebra os dez anos da Iniciativa Medicamentos Para Doenças Negligenciadas (DNDi, na sigla em inglês) e é organizado em parceria com o Instituto Pasteur da França, com a Organização Internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) e com a editora científica PLOS. O Laboratório Nacional de Biociências (LNBio) enviará o pesquisador e coordenador do Laboratório de Bioensaios, Lúcio Freitas Junior, para representar o País na conferência.

O pesquisador, que é referência internacional em doenças negligenciadas, apresentará as ferramentas e os desafios das pesquisas sobre doença de chagas para a próxima década. O LNBio, laboratório integrante do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), localizado em Campinas (SP), possui um programa de pesquisa voltado à descoberta e validação de novos alvos terapêuticos e ao desenvolvimento de novos fármacos para tripanossomíase humana africana, doença de chagas e leishmaniose.

As doenças negligenciadas são um grupo, delimitado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pelo MSF, composto por 17 enfermidades causadas por agentes infecciosos, como bactérias e parasitas. Esses males são conhecidos dessa forma pela falta de investimento em pesquisas e desenvolvimento para medicamentos e prevenção.

Embora, segundo a OMS, afetem cerca de 1 bilhão de pessoas, concentradas em áreas rurais e favelas urbanas, a indústria farmacêutica pouco se interessa pelo tema por causa do baixo retorno financeiro do mercado.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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