Você está aqui: Página Inicial > Ciência e Tecnologia > 2014 > 04 > Museu Goeldi (PA) divulga programação da Semana dos Povos Indígenas

Ciência e Tecnologia

Museu Goeldi (PA) divulga programação da Semana dos Povos Indígenas

Dia do Índio

Na programação, oficinas de confecção de adornos plumários e trilha interpretativa. Atividades acontecem de 22 a 24/4, em Belém
por Portal Brasil publicado: 19/04/2014 12h40 última modificação: 30/07/2014 01h38
Divulgação/Goeldi Lançamento de livro, Mostra Fotográfica, Feira de Artesanatos e Oficinas com os  Mebêngôkre – Kayapó da Aldeia Las Casas, fazem parte das comemorações do dia do Índio

Lançamento de livro, Mostra Fotográfica, Feira de Artesanatos e Oficinas com os Mebêngôkre – Kayapó da Aldeia Las Casas, fazem parte das comemorações do dia do Índio

A Semana dos Povos Indígenas, evento de tradição no Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG/MCTI), comemora o Dia do Índio com diversas atividades entre 22 e 25 de abril. A programação inclui oficinas de confecção de adornos plumários e trilha interpretativa, além do lançamento do catálogo Me à yry Tekrejarôti-re – os trabalhos artesanais dos Mebêngôkre – Kayapó da Aldeia Las Casas.

A publicação reúne diversas informações sobre os povos indígenas Kayapó, autodenominado Mebêngôkre. Essa população faz parte da vida científica do Museu Goeldi há mais de um século e tem despertado interesse em diversas pesquisas no Brasil e no mundo.

Todas as atividades da Semana dos Povos Indígenas são organizadas pelas Coordenações de Ciências Humanas e de Museologia do Emílio Goeldi. O Curso de Plumária, inspirado nos exemplares da Reserva Técnica Etnográfica Kurt Nimuendajú, será ministrado por Rubens Moura e Filomena Secco. Serão usadas penas de várias cores e tamanhos. O objetivo é divulgar o conhecimento indígena por meio da confecção de adornos plumários.

Já a trilha interpretativa apresentará a fauna do Parque Zoobotânico com palavras do vocabulário do povo Puroborá, residente em Rondônia. De origem Tupi a população dessa tribo passa por um momento histórico de luta pelo reconhecimento e valorização de sua identidade, além da retomada de sua terra tradicional. A trilha é composta por espécies como a onça; jacaré-açu; jacaré-tinga; arara azul; e gavião real

A Trilha dos Puroborá é uma programação direcionada para turmas escolares, do terceiro ano até o ensino médio, que poderão fazer agendamento prévio com o Núcleo de Visitas Orientadas (Nuvop) do Serviço de Educação, pelo telefone (91) 3182-3219 ou por e-mail. Os responsáveis pela trilha são Ana Cláudia Silva e Helena Quadros, do Nuvop.

Publicação

Me à yry Tekrejarôti-re – os trabalhos artesanais dos Mebêngôkre – Kayapó da Aldeia Las Casas é uma publicação organizada pelo Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), em parceria com a Associação Indígena Ngônhrôrô – kre, o Museu do Indio (RJ) e a Fundação Nacional do Índio – Coordenação Regional do Baixo Tocantins. A obra é resultado do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia.

O livro-catálogo reúne diversas informações sobre os povos indígenas Kayapó, autodenominado Mebêngôkre (homens do olho de água ou do buraco de água).

A publicação conta um pouco da vida dos Mebêngôkre – Kayapó e das atividades realizadas em comunidade, como a produção artesanal, a divisão de trabalho por gênero, o uso de fibras naturais, do grafismo em tecidos, das técnicas de elaboração de cestos, cintos e tipóias. Identifica também a localização do grupo, que hoje vive em uma terra indígena com extensão de 21.344 hectares, localizada entre os municípios de Redenção, Pau d’Arco e Floresta do Araguaia, no sudeste do estado do Pará.

O catálogo traz uma pequena amostra dos objetos produzidos pelos artesãos e artesãs da aldeia Las Casas, que se encontram disponíveis para venda. Para Claudia López, uma das organizadoras do livro-catálogo, o mais importante desse projeto é mostrar e valorizar a arte do povo indígena e reconhecer a importância dos conhecimentos tradicionais na conservação dos recursos da biodiversidade.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Museu Paraense Emílio Goeldi

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons CC BY ND 3.0 Brasil CC BY ND 3.0 Brasil

banner_servico.jpg

Últimos vídeos

Embrapa pesquisa melhoramento genético da batata
Para falar sobre o assunto, o programa Conexão Ciência entrevistou o pesquisador da Embrapa, Arione Pereira
Banco genético da Embrapa recebe coleção de batatas peruanas
Local abriga coleções de plantas, animais e microrganismos mantidas por instituições parceiras do Brasil e de outros países
Jovem brasileiro se prepara para viagem ao espaço
Treinamento de Pedro Nehme, o primeiro brasileiro civil a ir ao espaço, já começou. Voo suborbital está previsto para o fim do ano
Para falar sobre o assunto, o programa Conexão Ciência entrevistou o pesquisador da Embrapa, Arione Pereira
Embrapa pesquisa melhoramento genético da batata
Local abriga coleções de plantas, animais e microrganismos mantidas por instituições parceiras do Brasil e de outros países
Banco genético da Embrapa recebe coleção de batatas peruanas
Treinamento de Pedro Nehme, o primeiro brasileiro civil a ir ao espaço, já começou. Voo suborbital está previsto para o fim do ano
Jovem brasileiro se prepara para viagem ao espaço

Últimas imagens

Reagentes do teste estão em produção e serão distribuídos para centros de pesquisa e laboratórios do País
Reagentes do teste estão em produção e serão distribuídos para centros de pesquisa e laboratórios do País
Divulgação/Fiocruz
Satélite deve ser colocado em órbita no segundo semestre de 2016
Satélite deve ser colocado em órbita no segundo semestre de 2016
Divulgação/Finep
Melhores classificados representarão o Brasil nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2017
Melhores classificados representarão o Brasil nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2017
Divulgação/MCTI
Pesquisadora Rose Monnerat diz que bioinseticida pode ser adicionado em qualquer lugar que acumule água ou tenha potencial para ser um criadouro do Aedes aegypti
Pesquisadora Rose Monnerat diz que bioinseticida pode ser adicionado em qualquer lugar que acumule água ou tenha potencial para ser um criadouro do Aedes aegypti
Divulgação/Embrapa
Radares Atlas e Adour foram modernizados
Radares Atlas e Adour foram modernizados
Divulgação/AEB

Governo digital