Ciência e Tecnologia
'Monitor de Secas do Nordeste' realiza oficina em Recife (PE)
Preparação para a seca
O Instituto Nacional do Semiárido (Insa) participa como convidado da 2º Oficina de Trabalho do Monitor de Secas do Nordeste (MSNE) e Planos de Preparação para a Seca. O evento começou nesta quarta-feira (7) e vai até sexta-feira (9), em Recife (PE).
O MSNE é uma experiência que reúne instituições federais e estaduais que atuam no Semiárido brasileiro na área de pesquisas científicas. Proposto a partir de o “Programa de Preparação para as secas e resiliência às mudanças climáticas”, apoia uma Assistência Técnica piloto em forma de rede para sugerir ferramentas e estratégias de gestão dos efeitos dos períodos de estiagem, comuns no Semiárido brasileiro.
A 1º Oficina do MSNE foi realizada em Fortaleza (CE) entre 22 e 24 de janeiro deste ano, e teve como missão apresentar o Programa de Assistência Técnica proposto pelo Banco Mundial com base nas experiências em projetos de Monitoramento de Secas e Planos de Preparação de já existentes nos Estados Unidos da América (EUA) e no México, bem como o diagnóstico para a implementação do MSNE no Brasil.
Já a 2º Oficina terá como objetivos apresentar os resultados do treinamento realizado por pesquisadores brasileiros nos EUA e México, discutir a proposta de arranjo institucional do Monitor de Secas, apresentar o levantamento de informações para a constituição e discutir a proposta operacional de funcionamento do MSNE e apresentar os resultados realizados pelos planos de preparação para as secas. Na ocasião, o Insa será representado pelo seu Coordenador de Pesquisas, Aldrin Martin Pérez Marin.
Sobre o Insa
O Instituto Nacional do Semiárido (Insa) é uma unidade de pesquisa integrante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com enfoque no Semiárido brasileiro. Como uma instituição federal de pesquisa, o Insa articula, realiza, promove e divulga a Ciência, Tecnologia e Inovação como patrimônios universais para o bem da sociedade e, particularmente, do Semiárido brasileiro.
O Instituto também tem inserção internacional como correspondente científico do Brasil junto à Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD) e Ponto Focal na América do Sul na Cúpula América do Sul-Países Árabes (ASPA), do Marco de Cooperação nas áreas técnica, científica e tecnológica.
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