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Ciência e Tecnologia

Secretário do MCTI defende uso de energia solar e eólica

Segurança energética

Brasil é um dos cinco países com maior potencial para desenvolver energia solar fotovoltaica, destaca Carlos Nobre
por Portal Brasil publicado: 23/05/2014 17h38 última modificação: 30/07/2014 01h39

As energias solar e eólica têm se tornado cada vez mais competitivas no mercado global e podem representar uma alternativa de segurança energética, diante dos riscos das mudanças climáticas. A avaliação é do secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Carlos Nobre.

Nobre participou recentemente de audiência no Senado Federal, onde defendeu a importância de o Brasil aproveitar o seu potencial nessas áreas. “O grande marco para os próximos 20 e 30 anos é a solar fotovoltaica e o Brasil, sendo um dos cinco países com maior potencial, precisa aproveitar”, ressaltou o pesquisador, ao destacar que muitos países, como a Alemanha, a Espanha e os Estados Unidos, têm lançado mão de subsídios para ampliar essa utilização. 

“O preço da energia está caindo muito, principalmente a solar fotovoltaica, em locais com maior incidência de radiação solar. Hoje ela ainda é relativamente mais cara em relação a outras formas, mas vai se tornar competitiva em muito pouco tempo”, prevê.

Nobre citou conclusões do relatório especial do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), em que os especialistas sustentam a possibilidade de 80% do suprimento de energia do mundo ter como fonte os renováveis até 2050. 

Nesse sentido, o climatologista considera o Brasil privilegiado por manter uma matriz majoritariamente renovável (entre 75 e 80%) e pelo fato de o país apresentar o segundo maior potencial em energia eólica do mundo, ficando apenas atrás dos Estados Unidos. “Com o tempo, o maior uso e barateamento todos os cenários da entrada de mais energia elétrica, a partir de solar e eólica, sinalizam que, até 2050, essas serão as principais formas de energia elétrica no mundo”, destaca.

>> Saiba mais.

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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