Ciência e Tecnologia
Inpa une esforços com o Reino Unido para fortalecer pesquisa
Amazônia
“A bioeconomia é importante para o Amazonas, para a Amazônia e para o Brasil. A ideia é identificar oportunidades para juntar esforços dos dois países com o objetivo de fortalecer a Ciência e atrair o desenvolvimento e a conservação da biodiversidade e com mais conhecimento sobre ela”, declarou o botânico William Millikem, coordenador dos Reais Jardins Botânicos de Kew ou Kew Gardens e um dos organizadores do 'Workshop Brasil-Reino Unido de Biodiversidade e Bioeconomia'.
Iniciado nesta terça-feira (3), o workshop´segue até esta sexta (6), no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI). A reunião entre representantes de várias instituições brasileiras e britânicas objetiva discutir a colaboração na área de diversidade e bioeconomia no Brasil.
Segundo ele, o apoio que a floresta oferece ao meio ambiente, definido pelo botânico como “serviços de ecossistema”, depende da biodiversidade. “A saúde humana depende da biodiversidade aqui na Amazônia, portanto não é só identificar produtos que podem ser comercializados ou utilizados, mas, também, entender melhor como manter o meio ambiente para a saúde e o bem estar da população”, disse.
Inventários
Para o botânico e ecologista britânico, o professor Sir Ghilleam Prance, existem alguns pontos que ele considera fundamental para o futuro da região amazônica. Segundo ele, o inventário da região amazônica ainda não está completo. O professor afirma que existem novas espécies a serem descobertas, e é preciso haver mais trabalho com fungos (micologia) e insetos.
“Há áreas que são pouco conhecidas e têm áreas que não tem nenhuma amostra no herbário do Inpa. Vamos para uma dessas áreas para fazer um inventário para ver se são iguais em diversidade na região de Manaus”, desafia Prance.
Para o botânico, outro ponto importante é estudar as plantas econômicas e não somente coletar e estudar a taxonomia (ciência que classifica os seres vivos). “É preciso estudar mais a genética para conhecer novas plantas, porque é preciso entender o efeito da coleção de uso e tendo mais informação genética isso vai ajudar”, reforça.
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Fonte:
Inpa
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