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Ciência e Tecnologia

Ministro da CT&I assume presidência do conselho deliberativo da ABDI

Desenvolvimento Industrial

Agência promove a execução da política industrial em consonância com as de Ciência, Tecnologia, Inovação e comércio exterior
publicado: 07/08/2014 12h44 última modificação: 07/08/2014 12h44

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, assumiu a presidência do Conselho Deliberativo da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). A instituição ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) busca promover a execução da política industrial no País, em consonância com as políticas de ciência, tecnologia e inovação e de comércio exterior.

Na abertura da reunião extraordinária, nesta quarta-feira (6), o titular do MDIC, Mauro Borges, lembrou sobre a tradicional alternância na presidência do conselho, a cada dois anos, entre os representantes de sua pasta e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).  “É muito salutar que o MCTI esteja mais próximo da ABDI pelas atribuições da agência”, ressaltou o ministro.

Ao fazer uma análise histórica sobre mudanças econômicas no cenário mundial, Campolina destacou a importância central da política industrial como irradiadora da modernização, do progresso técnico e da competitividade nos demais setores da economia.

“Embora o serviço tenha aumentado e a agricultura continue sendo muito importante para a produção de alimentos e de matéria-prima, a indústria continua sendo o carro chefe da inovação, da modernização tecnológica. E é a partir dela que se modernizam as demais atividades econômicas, inclusive o próprio serviço que resulta de uma modernização tecnológica gerada predominantemente pela indústria”, enfatizou.

Campolina comentou ainda sobre a retomada da preocupação com a industrialização nos países centrais, especialmente os Estados Unidos – que, segundo analisou, diante do desafio da competição internacional tem apostado em políticas industriais ativas, com a criação de plataformas tecnológicas e com a indução de inovação em setores industriais convencionais, principalmente, no campo de manufatura avançada.

Na reunião, os conselheiros apresentaram o calendário comemorativo de atividades pelos dez anos da ABDI e os projetos desenvolvidos no primeiro semestre deste ano, entre eles, uma parceria voltada para construções industrializadas e bibliotecas digitais (sistemas BIM e abertos), onde serão compartilhados módulos para o setor de construção. Participam o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCTI), o MCTI, por meio da Secretaria de Política de Informática (Sepin), e os ministérios da Defesa e das Cidades.

“A partir de um determinado momento nós vamos poder construir tudo em múltiplo de dez. Isso significa parar de quebrar azulejo, ter sistemas e subsistemas e componentes que se encaixam. Isso funciona assim em vários países do mundo”, destacou a presidenta substituta da ABDI, Maria Luisa Leal, que comentou o exemplo da China, que, usando esse sistema de estruturas pré-moldadas, foi capaz de construir um hotel em 15 dias.

Sobre o conselho

Órgão superior de direção da ABDI, o conselho deliberativo é composto por oito representantes do governo federal e sete representantes de entidades privadas.

Compete ao grupo aprovar a política de atuação institucional e deliberar sobre o planejamento estratégico da agência, planos de trabalho e relatórios de acompanhamento anuais. A aprovação do orçamento e das prestações anuais de contas também são atribuições desse colegiado.

Além do MDIC e do MCTI, fazem parte do grupo representantes da Casa Civil da Presidência da República, os ministérios da Fazenda, do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) e da Integração Nacional (MI). Também estão entre os integrantes o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que teve novos membros, titular e suplente, empossados na reunião de hoje.

As entidades privadas participantes são: a Confederação Nacional da Indústria (CNI); a Agência de Promoção de Exportações do Brasil (Apex-Brasil); a Confederação Nacional do Comércio (CNC); o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); a Central Única dos Trabalhadores (CUT); o Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi); e a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).

Fonte:
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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