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Ciência e Tecnologia

Insa publica mapas dos núcleos de desertificação do Semiárido

Pesquisa

Mosaico de imagens auxiliará em estudos sobre recursos hídricos, cobertura vegetal e agricultura na região
por Portal Brasil publicado: 29/09/2014 12h37 última modificação: 29/09/2014 12h39

O Semiárido brasileiro possui hoje seis núcleos de desertificação, 1º Cabrobó (PE), 2º  Gilbués (PI), 3º Inhamus (CE), 4º Irauçuba (CE), 5º Jaguaribe (CE) e 6º Seridó (PB e RN), com 59 municípios inseridos no perímetro. No Ceará, se localizam 12 municípios, na Paraíba 28, no Rio Grande do Norte 6, em Pernambuco 6 e no Piauí 7, contabilizando uma área total de 68.500 km², distribuída pelos cinco estados. Acesse os mapas.

O Instituto Nacional do Semiárido (Insa), Unidade de Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), por meio do Sistema de Gestão da Informação e do Conhecimento do Semiárido Brasileiro (Sisgab) disponibiliza os mapas das área de desertificação pela internet.

Em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, o Insa obteve um mosaico de imagens dos seis núcleos de desertificação capturadas pelo satélite RapidEye. As imagens originais, de resolução espacial de cinco metros e com escala de visualização de 1: 25.000, foram obtidas a partir do Sistema Geocatálago.

O mosaico de imagens da região semiárida permitirá que pesquisadores estudem recursos hídricos, cobertura vegetal, agricultura, Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) e mancha urbana dos núcleos de desertificação.

O Semiárido brasileiro é uma região rica nos seus mais variados aspectos: sociais, culturais, ambientais e econômicos. Na região brasileira vivem mais de 22,5 milhões de habitantes, homens e mulheres, adultos e jovens, crianças e idosos que constroem cotidianamente a história da região.

Satélites

RapidEye é uma constelação de 5 micro-satélites usados nas seguintes áreas: agricultura, floresta, segurança, óleo e gás, governos, cartografia, visualização e simulação. Os satélites tem uma resolução espacial de 5 metros multiespectral, registrando em 5 faixas espectrais nas regiões do visível e do quase infravermelho (faixa red-edge).

Fonte:
Instituto Nacional do Semiárido 

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